sexta-feira, 25 de abril de 2014

Fortaleza: Por mais qualidade do transporte público

Por Larissa Becker
Fortaleza é considerada, atualmente, a quinta maior capital do Brasil. E, à medida que o tempo passa, a população só aumenta. Para complicar ainda mais as estatísticas, dois fatores vêm dificultando a mobilidade urbana da cidade. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), o transporte público e o trânsito são dois dos maiores problemas de Fortaleza. 

O transporte público é gerenciado pela Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) e dá, ao passageiro, a escolha de fazer dois tipos de deslocamento: físico e em terminais de integração. Ao todo, há sete terminais integrados em Fortaleza: Antônio Bezerra, Papicu, Messejana, Parangaba, Conjunto Ceará, Lagoa e Siqueira. 

Segundo pesquisa realizada em setembro de 2013 , 70% dos fortalezenses afirmaram que o transporte público é um dos grandes causadores dos transtornos no dia a dia. A pesquisa também aponta o seguinte resultado: o que mais desagrada os usuários de transportes públicos são as lotações nos ônibus e terminais e a pouca circulação dos transportes, o que faz com que os passageiros esperem mais tempo do que gostariam. 

Sabe-se que, em tudo, existem vantagens e desvantagens. Nos transportes públicos, não é diferente. Como vantagem, pode- se citar: a baixa tarifa cobrada aos usuários para a utilização dos transportes e o “Bilhete Único”, onde a passageiro pode, num período de até duas horas, pegar quantos ônibus quiser, para qualquer lugar, sem precisar passar nos terminais, e pagando o valor de apenas uma passagem. A desvantagem: o trânsito cada dia mais caótico em decorrência da escolha de um modelo de mobilidade urbana que prioriza o veículo, em detrimento do transporte público, ônibus e metrô, e também do uso da bicicleta.

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