quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A trajetória da Viação Nordeste (Parte 3)

Por Fortalbus
Mantendo a preocupação com o bem estar dos passageiros, ainda durante a década de 1970, a Viação Nordeste implantou o serviço de bordo executivo na sua principal linha interestadual, que inspirado no serviço aéreo, os ônibus modelo Ciferal Líder eram equipados com ar condicionado e rodomoça que tinha sua própria poltrona reservada no fim do corredor. Na viagem, era servido lanche, água mineral e bebidas, serviço comum na época, mas que hoje em dia são entregues ao passageiro no momento de embarque.

Em 1979, a Viação Nordeste passa a administração, controle de operação e manutenção para um único local na Cidade de Natal, implantando assim na sede da empresa uma central de operações. Mais linhas interestaduais são incorporadas ao operacional da empresa, foram elas: Natal x Campina Grande, Natal x Guarabira e Tangará x Campina Grande, além da Aracatí x Mossoró e Fortaleza x Mossoró.

A linha Fortaleza x João Pessoa é incluída no quadro de operações em 1984, ligando as duas capitais via Natal, já em 1985 inicia-se a intermunicipal Natal x Jucurutu. No final da década de 1980, dezenas de linhas eram operadas pela Viação Nordeste, distribuídas nos três estados com pontos de apoio e garagens nas principais cidades ao longo do trecho. 

Após adquirir veículos altos produzidos pela extinta carroçadora Nielson, a Viação Nordeste inicia a década de 1990 incorporando o Paradiso G4 1400, modelo top da Marcopolo naquela época. As unidades foram encarroçadas sobre o chassis Volvo B10M 6x2, e tinham prefixos que seguiam do 0208 ao 0211.

A renovação reforçava o empenho da Viação Nordeste em incluir veículos altos e confortáveis para servir os usuários que viajavam pela região na qual inspirou o próprio nome da empresa.

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