segunda-feira, 5 de junho de 2017

Empresa São Cristóvão e seus potentes ônibus Volvo B58

Por Fortalbus
No inicio dos anos 90, o transporte coletivo da cidade de Fortaleza passava por uma fase de transformação, com o inicio do sistema integrado de transporte. O novo modelo possibilitava os usuários fazer uso de vários ônibus com uma só passagem, desde que fizessem uso dos terminais de integração.

Em 1992, várias empresas passaram a investir em veículos pesados com motores traseiros e central, exigidos pela prefeitura municipal para a operação das linhas troncais e circulares, todos com três portas para facilitar o embarque e desembarque dos passageiros nos terminais.

Diante desse grande volume de vendas, a Scania e a Volvo viu em Fortaleza uma oportunidade para realizar negócios com as operadoras de ônibus. Uma dessas compras foi para a Empresa São Cristóvão, que adquiriu dez unidades Ciferal Padron Rio com chassi Volvo B58, destinados para a operação das linhas 200-Bezerra de Menezes e 220-Sargento Hermínio.

A Empresa São Cristóvão sempre teve operação tímida, antes do sistema integrado ela operava apenas duas linhas urbanas; 203-Olavo Bilac/Pres.Kennedy e 209-Barra do Ceará/Bezerra de Menezes, além da linha metropolitana 180 - Barra do Ceará/Ceasa. Com a chegada dos modernos ônibus três portas, a empresa começou a atuar em novas linhas que foram surgindo conforme as inaugurações dos terminais.

Meses antes da inauguração do terminal de Antônio Bezerra, a Empresa São Cristóvão optou em renovar a frota com veículos Volvo, através do chassi B58. O Volvo B58 era o chassi mais bem-sucedido da marca naquela época, tinha um inovador motor entre-eixos, suspensão a ar e, como opcional, uma caixa de câmbio automática. Foi através desse modelo que a Volvo ingressou no mercado brasileiro.

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