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Após 02 anos, Viação Princesa do Agreste deixa um rastro de saudade

Por Fortalbus
Mesmo fazendo apenas dois anos do encerramento das operações rodoviárias interestaduais da Auto Viação Princesa do Agreste, a empresa fundada por Lourival José da Silva ainda permanece viva nas lembranças e reencontros que muitos passageiros viveram a bordo de suas rotas e ônibus com destaques nordestinos. 

A história da empresa é rica e sua operação contribuiu muito com o desenvolvimento e integração de um povo, uma região. A Auto Viação Princesa do Agreste que durante muitos anos operou no Ceará, transportando os romeiros de Recife para a capital da fé, vinha passando há alguns anos por dificuldades em manter as linhas ligando os estados do Ceará, Pernambuco, Piauí e Maranhão.

É lamentável que já se passaram dois anos que a Viação Princesa do Agreste, depois de tanto lutar para conseguir seu espaço no mercado rodoviário, tenha chegado ao fim. Por outro lado, esse final já se demonstrava inevitável, pois a empresa já sofria uma forte pressão da concorrente em suas operações entre as rodovias BR 232 e BR 316.

Sua última aquisição ocorreu em 2010, com a chegada de unidades 0 km do modelo Paradiso G7 1200 com chassis Mercedes-Benz 0-500 RS e RSD. Naquele momento o mercado de transporte rodoviário assistia com muito entusiasmo a compra desses equipamentos, garantindo aos passageiros fiéis da empresa, uma viagem com conforto, segurança e tecnologia embarcada.

Até que a crise da empresa ficou mais acentuada entre 2014 e 2015, tendo sua trajetória encerrada em junho de 2015, quando a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), através da resolução 4.741, transferiu todas as linhas e serviços de prestados pela Auto Viação Princesa do Agreste para a Auto Viação Cruzeiro, empresa ligada ao Grupo ADTSA Progresso.

Naquele momento a Princesa do Agreste encerrava sua história de luta e dedicação ao transportes de passageiros, os ônibus nas cores Marron, Laranja e Branco foram deixam de operar nas linhas Recife x Crato, Recife x Teresina, Recife x Floriano, Araripina x Floriano, Floriano x Imperatriz e Teresina x Caruaru, deixando apenas as saudades de quem viveu aquela época.

Um comentário:

  1. É lamentável ver uma empresa histórica, encerrar suas atividades assim.
    Por ser histórica, deveriam levar em conta o seu nome e suas cores, como o caso da Princesa do Agreste e da São Geraldo.
    Já que os velhos proprietários não poderia mantê-las, transferi para novo grupos empresariais e estes por lei manter os nomes e cores das mesmas, por se tratarem de serem históricas, com mais de 50 anos.
    Mas sendo adminisgtrada por seus novos proprietários.
    É triste saber que elas não existe mais, com certeza vão ficar nas lembranças, de quem viajou e viveu com elas.
    Agora só ficam saudades...

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