terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Você sabe o que é necessário para ser um motorista de ônibus?

Em primeiro lugar, o condutor deve estar habilitado na categoria D – que permite dirigir veículos para oito passageiros ou mais. Para obter a CNH categoria D, o motorista precisa estar habilitado há pelo menos dois anos na categoria B ou há um ano na categoria C.

Além disso, é necessário fazer o Curso Especializado para Condutores de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros, conforme a resolução 168/2004 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que é ofertado pelas Unidades do SEST SENAT em todo o Brasil. Para fazer o curso, é necessário:

* Ser maior de 21 anos.
* Estar habilitado, no mínimo, na categoria D.
* Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos 12 meses.
* Não estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação da CNH decorrente de crime de trânsito ou estar impedido judicialmente de exercer seus direitos.

O curso tem duração de 50 h/a e é dividido em quatro módulos: legislação de trânsito; direção defensiva; noções de primeiros socorros, meio ambiente e convívio social no trânsito; e relacionamento interpessoal.

Para motoristas do transporte coletivo de passageiros que buscam a atualização, o curso tem duração de 16 h/a e o pré-requisito é ter realizado o Curso Especializado para Condutores de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros.

Por que ser motorista de ônibus?
O amor pela profissão e o gosto por transportar pessoas são os dois fatores que a maioria dos motoristas de ônibus destaca para permanecer na atividade segundo a Pesquisa CNT Perfil dos Motoristas de Ônibus Urbanos 2017. E os principais motivos para trabalhar no setor apontados pelos trabalhadores entrevistados são o gosto por dirigir ônibus e que o salário é melhor que o de outras profissões. Já entre os entraves e pontos negativos da profissão, 57% dos motoristas destacaram que é desgastante, estressante ou fisicamente cansativa. Outros 35,9% consideram uma profissão perigosa e 19,8%, arriscada, devido à possibilidade de acidentes.
Com informações: Fetrans

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