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Aficionados por ônibus se reúnem em Fortaleza

Ser um busólogo. O termo nem aparece em qualquer dicionário, mas representa quem tem como hobby ônibus. Gosta de viajar, de comparar modelos, de avaliar fluxos. Cerca de 200 busólogos, de 22 estados, se reuniram ontem, na sede da empresa Guanabara, em Fortaleza, para trocar experiências e ajudar empresas a melhorar serviços.

O empresário e jornalista Hélio Luiz Oliveira foi um dos pioneiros entre os busólogos do País. Era década de 1980, ele era projetista de veículos e fundou o primeiro clube de ônibus brasileiro. "Meu objetivo era que o nome do clube conseguisse, com as embaixadas, fotos de veículos de outros países".

Quando se fala em passado e presente de ônibus, conforto é o grande diferencial, avalia Henrique Barreto, um dos criadores do grupo Fortalbus. "Era comum as pessoas viajarem em pé, sem ar condicionado, tinha parada em todo lugar. Hoje isso tudo é muito diferente".

Giovanne Rodrigues, 36, assistente administrativo, veio do Rio de Janeiro para participar do encontro. Compartilhar o gosto que, segundo ele, foi considerado "estranho" por muito tempo, é enriquecedor. "Sempre achei ônibus interessante, enquanto outros meninos gostavam de futebol. Em 2008, numa rede social, encontrei pessoas que também gostavam e vi que era legal falar das diferenças". 

O gerente de marketing da Guanabara, Rodrigo Mont'Alverne, diz que a visita dos busólogos à empresa é esperada com ansiedade. "Vamos à garagem e eles vêem modelos, classe (um ou dois andares), pinturas comemorativas, motores e acabamento da carroceria. É um público qualificado, de conhecedores do transporte rodoviário".
Com informações: O Povo

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