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Penha sempre está entre as primeiras na prestação de serviços de qualidade

A nova identidade da Penha traz novas cores, novo layout e nova logomarca. Os ônibus novos ostentam as cores azul metálico, branco perolado e preto. Um leve detalhe em tom cinza transmite leveza e segurança. Com essas mudanças, a empresa deseja reafirmar a essência, a qualidade e a força da marca ao completar 57 anos de incessante atividade para interligar as regiões Sul e Sudeste.

A Empresa Nossa Senhora da Penha foi fundada em 7 de fevereiro de 1961, como resultado da fusão de várias companhias. Inicialmente o projeto nasceu em São Paulo em meados dos anos 1950, por iniciativa do jovem empresário Wilson Pícolli, que desde os 21 anos de idade era considerado um empreendedor de sucesso na atividade transportadora.

Nascido em Farroupilha (1924), no Estado do Rio Grande do Sul, Piccoli era um dos 12 filhos de Modesto Piccoli. O rapaz tinha apenas 18 anos quando decidiu tentar a independência financeira, mudando-se para a cidade de Getúlio Vargas, onde passou a trabalhar. Três anos depois, abriu sua primeira linha de ônibus, entre Getúlio Vargas e Passo Fundo, em sociedade com um cunhado, Olívio Soccol. O ônibus era um Chevrolet 1940. Em 1949, mudou-se para Santa Catarina e comprou a Empresa União Catarinense, que fazia a linha Porto União a Mafra. Em seguida, passou a ligar Chapecó a Porto União e, algum tempo depois, abriu a linha Porto União-Curitiba.

Nos anos seguintes, Piccoli criaria, compraria e venderia inúmeras empresas e linhas, ligando, por exemplo, Curitiba a Porto Alegre, Porto Alegre ao Rio de Janeiro, Curitiba a São Paulo. Com esta última aquisição, ele tornou-se dono da Empresa Reunidas São Paulo-Paraná, cuja sede ficava na capital paulista. Essa empresa daria origem à Empresa Nossa Senhora da Penha pelas mãos de outro empreendedor, e seria adquirida por Wilson Piccoli em 13 de dezembro de 1960. Além da própria Expresso Curitiba-Lages, a operação de compra resultou na incorporação das empresas Curitiba-Lajes (com j), Minuano, Rouxinol e Lajes Transportes. A seguir, em 1962, partindo da expansão de algumas linhas e com carros novos, a Penha incorporou mais algumas empresas de menor porte, como a extinta União Catarinense, e com isso ganhou mais espaço no Sul do Brasil.

Ainda naquele ano, a Penha adquiriu seis novos carros em substituição aos antigos FNM que haviam operado até então, o que possibilitou implementar as linhas Porto Alegre-Rio de Janeiro e Curitiba-Santos. Não eram operações fáceis; as viagens eram longas e as estradas estavam sempre em condições precárias. Nesse contexto, a construção e inauguração da rodovia BR-2 (hoje BR 116) foi um marco decisivo para a expansão da Penha, como também para o desenvolvimento da cidade de Curitiba. Até então, o serviço entre Curitiba e São Paulo era executado via Estrada da Ribeira, em linha direta, com tarifa única e sem seccionamentos.

Expansão 
Nos anos 1970, a Penha atravessava um período de forte expansão e decidiu levar seus serviços ao Nordeste do País. Foi quando incorporou a Viação Real Bahia, ligando a então capital do Brasil à capital da Bahia, Salvador.

Assim fortalecida e consolidada no mercado, a empresa continuou a buscar novos territórios. Em 1974, iniciou a linha Brasília–Porto Alegre e, para tanto, adquiriu mais carros novos. No mesmo ano, lançou o serviço Tapete Mágico, que tratou de associar fortemente ao nome Penha, buscando diferenciar-se das muitas concorrentes que buscavam espaço na época. 

Conforme relatos de funcionários mais antigos, foi nessa época que Wilson Pícolli, grande torcedor do Fluminense, decidiu homenagear seu time do coração e adotou as cores da equipe carioca na nova pintura da empresa.

Na década seguinte, em 1983, a grande inovação foi o primeiro ônibus de três eixos do mercado, o Tribus. Veio depois o Tribus II, modelo com um eixo auxiliar, que aumentou ainda mais o conforto do passageiro. O Tribus II introduziu a tecnologia da suspensão a ar, inovação que rendeu diversos prêmios à empresa e lhe permitiram crescer ainda mais. 

Novos avanços 
Outro marco na vida da companhia foi a criação do serviço GreenBus, em 1996, operado com os ônibus integrais da Mercedes-Benz. Apelidados carinhosamente de “Melancia”, por admiradores da empresa, os veículos da década de 1980 são, até hoje, os mais lembrados e queridos da Penha.

Com o advento dos anos 2000, a Penha seguiu inovando, começando pelo moderno veículo denominado Classis. Pode-se dizer que ele mudou o cenário do mercado de ônibus no Brasil. Era um ônibus dotado de ar condicionado ecológico, WC pressurizado, telefone, poltronas semileito – enfim, uma série de inovações que marcaram época no setor. A Penha também inovou ao oferecer ao cliente o serviço Cinco Estrelas, com café, água mineral, kit lanche, manta e travesseiro. Ainda na mesma década, vieram os ônibus Astor, serviço leito da Penha, reunindo o conforto à qualidade dos chassis com tecnologia de ponta e a qualidade das melhores carroçarias do mercado.

Em 2007, a companhia passou a ser comandada pelo Grupo Áurea/Comporte, seguindo-se imediatamente duas aquisições de ônibus novos, sendo 30 em 2007 e 20 em 2008, com a introdução do serviço Double-Decker. Em ambas as aquisições os chassis eram da marca Volvo, o que representou uma quebra de paradigma, considerando que até então a Penha só utilizava chassis Mercedes-Benz ou Scania.

Reformulações 
Em 2011, os 50 anos da Penha foram comemorados com mais uma expressiva renovação de frota, com a aquisição dos modernos ônibus da Geração 7 da Marcopolo. No ano seguinte foram adquiridos mais 50 veículos com carroçarias Marcopolo e Mascarello, e com a oferta de novos serviços em novos destinos.

Também em 2012, os ônibus ganharam novo layout, inspirado no próprio nome da empresa, Nossa Senhora da Penha, e traduzido no uso das cores azul e prata do manto da santa.

Por fim, em 2018, ao lado da nova pintura, a Penha adotou uma nova logo, que visa harmonizar o nome da empresa com a marca. Os serviços Classis e Astor Cama foram reformulados num molde Clean, em que a letra A tem duas partes em azul, simbolizando e reforçando a marca com a coroa de Nossa Senhora da Penha. Desta forma, a marca procura passar uma ideia de maior evidência e polidez.

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