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Verde Transporte na eminência de uma recuperação judicial

Por Fortalbus
A tradicional operadora de passageiros em Mato Grosso, a Verde Transportes, está na eminência de divulgar seu plano de recuperação judicial. O Grupo Verde Transportes vem há muito tempo sofrendo com a instabilidade jurídica e operacional na qual vem passando o sistema intermunicipal rodoviário de Mato Grosso, onde a Empresa mantém grande parte de suas operações.

A Verde Transportes ao longo dos anos fez diversos investimentos em sua estrutura operacional, na aquisição de uma frota nova de ônibus, pontos de vendas e sala VIPs em Cuiabá e interior. Toda essa onda de investimentos promovidos pela Verde Transportes foi acreditando que o Governo Do Estado iria gerar uma estabilidade econômica e jurídica para a Empresa operar e continuar garantindo o deslocamento dos mato-grossenses.

Em meio essa incerteza operacional, as empresas de ônibus do Mato Grosso vem travando uma guerra nos tribunais pela exploração das melhores linhas do sistema rodoviário intermunicipal de transporte de passageiros.

Empresas fazem guerra por linhas
Segundo as informações divulgadas pelo jornalista Romilson Dourado em seu blog, as empresas seguem em pé de guerra, nos tribunais, por direito a explorar trechos e por boa "fatia" de passageiros das linhas intermunicipais, enquanto o Estado busca, há anos e aos trancos, vencer entraves e concluir a concessão dos mercados.

A Verde Transportes, por exemplo, bateu a porta do TCE-MT, com uma representação contra a secretaria estadual de Infraestrutura e Logística, sob Marcelo de Oliveira. Sustenta que o projeto básico do edital 002/2019 está desatualizado e que foram aproveitados todos os atos do certame 001, de 2012.

Enfatiza que o aproveitamento de um projeto elaborado há sete anos "coloca todo o processo licitatório em risco porque os atos estão defasados e podem comprometer a elaboração das propostas de preços dos licitantes".

A empresa defende que se tenha novo projeto básico e que a Sinfra também faça audiência pública. Como tais pleitos foram apresentados à secretaria e não foram atendidos, a Verde Transportes recorreu ao TCE. Antes de decidir, o conselheiro interino e relator Luiz Henrique mandou intimar a Sinfra para, em quatro dias, apresentar as informações e documentos necessários acerca dos fatos.

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