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Transferências milionárias podem gerar falência da Viação Itapemirim

Os advogados Silvio Bazzo e Otávio Chaves, que representam a Associação dos Ex-funcionários e Credores do Grupo Viação Itapemirim, no processo de recuperação judicial da empresa, denunciam supostos desvios milionários feitos pelos gestores do grupo. Eles temem que a Justiça decrete a falência da Itapemirim. 

A empresa, que deve mais de R$ 300 milhões para cerca de dois mil ex-funcionários e credores, está envolvida em escândalos e brigas judiciais entre os atuais gestores que trocam acusações entre si de atos ilícitos no comando da Viação Itapemirim. 

Os advogados da Associação dos Ex-funcionários e Credores do Grupo Viação Itapemirim tiveram acesso a comprovantes de transferências bancárias suspeitos. 

“Nos últimos 45 dias, o advogado que representa a Viação Itapemirim em seus processos recebeu em sua conta pessoal transferências que chegaram a R$ 1,4 milhão, fora o que foi transferido para a conta de seu escritório. As transferências também ocorrem em contas de pessoas que não estão incluídas no processo de recuperação judicial, são transferências diárias em valores absurdos. Há pagamento para advogados que fazem defesa em assuntos pessoais dos gestores da Itapemirim e esses valores se quer entram na prestação de contas mensal, por meio do Relatório Mensal de Atividades (RMA)”, afirmam os advogados da associação. 

Bazzo e Chaves ressaltam que os RMAs sempre são feitas com atrasos e não constam as transferências a pessoas que não são parte no processo de recuperação judicial. “Há casos de transferências para pagamento de pensão alimentícia e até para o marido da sócia (Camila de Souza Valdívia) da empresa”. 

Os advogados Silvio Bazzo e Otávio Chaves, que representam a Associação dos Ex-funcionários e Credores do Grupo Viação Itapemirim, no processo de recuperação judicial da empresa, denunciam supostos desvios milionários feitos pelos gestores do grupo. Eles temem que a Justiça decrete a falência da Itapemirim. 

A empresa, que deve mais de R$ 300 milhões para cerca de dois mil ex-funcionários e credores, está envolvida em escândalos e brigas judiciais entre os atuais gestores que trocam acusações entre si de atos ilícitos no comando da Viação Itapemirim.

Os advogados da Associação dos Ex-funcionários e Credores do Grupo Viação Itapemirim tiveram acesso a comprovantes de transferências bancárias suspeitos. 

“Nos últimos 45 dias, o advogado que representa a Viação Itapemirim em seus processos recebeu em sua conta pessoal transferências que chegaram a R$ 1,4 milhão, fora o que foi transferido para a conta de seu escritório. As transferências também ocorrem em contas de pessoas que não estão incluídas no processo de recuperação judicial, são transferências diárias em valores absurdos. Há pagamento para advogados que fazem defesa em assuntos pessoais dos gestores da Itapemirim e esses valores se quer entram na prestação de contas mensal, por meio do Relatório Mensal de Atividades (RMA)”, afirmam os advogados da associação. 

Os advogados Silvio Bazzo e Otávio Chaves representam a Associação dos Ex-funcionários e Credores do Grupo Viação Itapemirim no processo de recuperação judicial da empresa. Bazzo e Chaves ressaltam que os RMAs sempre são feitas com atrasos e não constam as transferências a pessoas que não são parte no processo de recuperação judicial. “Há casos de transferências para pagamento de pensão alimentícia e até para o marido da sócia (Camila de Souza Valdívia) da empresa”. 

Os advogados afirmam que houve manobras, contrariando ordem judicial, para que os atuais sócios controladores ficassem no comando da Viação Itapemirim. 

Sobre os “desvios”, a associação teme que a Justiça decrete a falência da empresa e os ex-funcionários e credores fiquem sem receber o que lhe é de direito. “Tememos a dilapidação do patrimônio da empresa. Eles podem acabar com a Viação Itapemirim e o juiz decretar a falência. Se o plano de recuperação judicial não for seguido a Justiça pode decretar a falência, daí ninguém recebe nada. Na verdade, esses controladores do grupo fazem parte de uma quadrilha que pega empresa com dificuldade financeira, em recuperação judicial, como já fizeram com uma empresa de Goiás, a Transbrasiliana, a dilapidam e deixa os credores à míngua e a intenção é devolver a empresa quebrada”, acusa a defesa da associação. 

Bazzo e Chaves esperam que a Justiça nomeie um interventor para evitar a falência da Viação Itapemirim. A denúncia sobre as supostas transferências ilegais foi apresentada ao Ministério Público de São Paulo, onde o processo está tramitando.
Com informações: Aqui Noticias 

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