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A voz silenciosa do desemprego nas empresas de ônibus

Por Fortalbus
Com a crise da pandemia Covid 19 e a preocupação com a sobrevivência humana está vindo à tona, através do confinamento da população em suas residências como forma de impedir o alastramento do vírus em uma maior parcela da população está trazendo consequências graves para a economia nacional e mundial.

Essa paralisação por conta da quarentena está afetando vários setores, principalmente no ramo dos transportes de passageiros por ônibus e trazendo uma realidade onde poucos querem ouvir falar, o desemprego.

Só no Ceará, muitas empresas de ônibus buscando uma maneira de reduzir seus custos e até mesmo para garantirem a sua sobrevivência estão demitindo uma importante parcela de seus funcionários. São pessoas que até pouco tempo tinham seus empregos garantidos, fazendo jus aos salários que recebiam para sustentar suas famílias, isso sem falar nos trabalhadores freelances que sem contratos ficaram totalmente às  margens do seguro desemprego.

Desde o início da pandemia uma voz silenciosamente vem ecoando entre esses profissionais, que estão sendo retirados da folha de pagamento das empresas e os demais que buscam sobreviver a essa catástrofe estão sob férias coletivas, sem nem saber como será o amanhã. 

Algumas empresas optaram por demitir de 10 a 15% dos funcionários, sejam motoristas, fiscais, mecânicos e profissionais do escritório. Outras se viram na situação de escolher quem fica e nessa escolha vem perdendo espaço os motoristas que trabalhavam no regime de escala e salários reduzidos para minimizar os impactos ainda maiores das rescisões. 

No urbano de Fortaleza o momento foi de avançar com a retirada de todos os cobradores dos ônibus coletivo da capital, um processo que já vinha caminhando desde a mudança da posição da catraca traseira para a dianteira, e agora após a instalação das catracas nas estações do BRT. 

Esses profissionais demitidos na sua maioria terão que se reinventar para conquistar espaço no mercado de trabalho. Até o sistema de passageiros por ônibus sofrerá com essa readequação de mercado, pois praticamente o mercado terá que resurgir muito enfraquecido e muitas empresas de ônibus não terão forças para lutar por muito tempo. 

Essa não é uma questão de brigas políticas e nem uma disputa de classes entre patrões e empregados, mas sim um momento para toda economia se renovar para poder se formar viva quando esse momento nebloloso passar.

E fica a pergunta, como ficará essas empresas e principalmente seus funcionários no meio disso tudo?

2 comentários:

  1. Empresa nem uma de ônibus está sofrendo nada mais do que a consequência aqui se faz aqui se paga eles não pensaram na hora de demitir os cobradores agora vem dizer que estão na crise conta outra e tem mais querem o povo de volta nos ônibus diminua os preços das passagens. Ou o Jacob não pode pq o bichinho pode ficar pobre kkkk

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  2. Concordo contigo,Gilsonbaqui em Porto Alegre,a situação está catastrofica no sistema municipal de transportes,com redução de veiculos e horários.

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