quarta-feira, 23 de julho de 2014

Primeira identidade visual da Guanabara saiu das estradas para entrar na história

Por Fortalbus
A Guanabara nasceu com a convicção de que, para ser uma empresa competitiva, não bastaria oferecer o melhor serviço. Seria preciso também investir na construção de uma imagem para transmitir à sociedade os benefícios dos seus atributos como uma empresa capaz de se diferenciar das demais. 

O visual de sua pintura foi uma reformulação da tradicional pintura usada pelo Grupo desde a década de 70, no qual manteve as mesmas características em forma de flechas nas cores vermelho e azul. A primeira logomarca foi criada em 1992 e tratava-se de um símbolo simples, com duas elipses, uma na cor azul e outra vermelha, que sugeria movimento com segurança, conforto e rapidez, em todas as direções. Em seus ônibus ostentava o logotipo que trazia ainda o nome da empresa estampado em azul com os nomes “Expresso Guanabara”.

Os primeiros veículos a receber a nova padronização, foram os modelos El Buss 340 e Jum Buss 360, da carroçadora Busscar. Coincidentemente, o último modelo a deixar a frota com este padrão também foi um Busscar, modelo Vissta Buss LO de 2005.

O último ônibus da Guanabara a operar com a sua primeira identidade visual (1996-2005), foi o  modelo Vissta Buss LO de prefixo 524 que deixou a empresa em setembro de 2011, com direito a uma despedida especial com participação dos busólogos do Fortalbus. O Busscar equipado com 46 lugares e montado sobre chassis Mercedes-Benz O-500RS, fez parte de um lote de 16 unidades do modelo incorporados à frota em 2005. 

Durante o tempo em que padronizou a frota, vários modelos ostentaram esta identidade visual. Além do Busscar entre 1996 e 1998, também o Paradiso GV e HD entre 1999 e 2000, Campione 3.65 em 2004, Irizar Century e Vissta Buss em 2005, sem esquecer do G6 1200, presente a partir de 2000 na frota da Guanabara.

Em outubro de 2005, foi criada a atual identidade visual, que manteve o branco, azul e vermelho, baseado na evolução da sua logomarca original, promovendo um conceito de corporação entre as principais empresas do Grupo.

Grandes marcas: Carrocerias Eliziário – Parte 3

Por Fortalbus
Em 1952 ocorre o lançamento do " Eliziário Gostosão " , que teve até uma série especial sobre o chassi importado Delahaye com 168 hp, na época muito potente, mas com grande consumo, estes veículos deixavam a fábrica com o nome " Pullman " estampados em suas laterais, simbolizando e deixando visível o item conforto.
Solenidade para a apresentação da maquete do Eliziário Coach.
Em contrapartida a Mercedes - Benz lança sem monobloco " 0- 321 HL " rodoviário uma novidade, mas não uma preocupação, pois o sucesso da Eliziário era tão grande devido a sua qualidade e aceitação no mercado que as principais empresas nacionais como N. Sª Penha , Cerro Azul , Garcia , Real Expresso , Catarinense , Viação Cometa e muitas outras tinham veículos Eliziário em suas frotas e também pela  questão das exportações pois naquela época a Eliziário já estava presente em países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Venezuela. Em 1955, a Carrocerias Eliziário foi a primeira empresa a encarroçar um " Gostosão " urbano em um chassi Volvo importado, era o resultado de mais um avanço da empresa gaúcha , que no mesmo ano decidiu redesenhar o modelo Belveder, perdendo assim o desnível do teto.
Eliziário " Gostosão ", construído sobre chassi Delahaye  1953 motor com 168 hp, vinte e cinco veículos vendidos para a Venezuela.
Em meados da década de 50 e início da década de 60 as cidades cresciam assim como a população. Algumas linhas de ônibus necessitavam de veículos maiores, de alta capacidade, surgindo assim os chamados " Papa - Filas " , uma espécie de carreta para passageiros utilizados quase que exclusivamente em São Paulo. Mas ao mesmo tempo que a cidade exigia em algumas linhas  veículos maiores, algumas outras ligações precisavam de um serviço diferenciado. Surgiram então as chamadas " lotações " , veículos menores, já muito usados por empresas particulares que atuaram em várias cidades antes mesmo desta época.
Eliziário Bi - Campeão Urbano, série I da Empresa Bianchi Transportes Coletivos.
( Fonte da Imagem: Acervo pessoal de Maria Jeremias )

Foi a partir desta data que motoristas empregados, eram os próprios donos dos veículos e faziam diversas atividades ao mesmo tempo. As lotações duraram alguns anos, mas depois foram substituídos por veículos maiores, por causa do aumento da demanda e da reivindicação dos profissionais do transporte contra o acumulo de funções, dirigir e cobrar. Em 1954 acontece a expansão do parque fabril da Carrocerias Eliziário, chegando a 2.050 m² de área construída. São implantados também diversos setores na fábrica, tais como: galvanoplastia, estamparia, fabricação de janelas, chapeação, estofaria, polimento e cabine de pintura. Astrogildo Goulart, contabilista, estudioso e dedicado à empresa, organizou e implantou o departamento de recursos humanos e também o cartão ponto na Carrocerias Eliziário.
O grande lançamento da Carrocerias Eliziário para 1963.
Eliziário Bi - Campeão Rodoviário Super Luxo na versão Scania - Vabis B-75.

Etufor reforçará frota de coletivos para o Halleluya

Nesta quarta-feira (23/7), começa mais uma edição do Halleluya, e a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) preparou uma operação especial para o evento. A frota de ônibus extras distribuídos ao longo dos cinco dias de programação será de 129 coletivos. Além disso, uma equipe de 130 agentes operacionais atuará nas proximidades do evento a fim de orientar o embarque e desembarque da população.  

A operação desses ônibus extras terá início às 17 horas, promovendo ligações diretas dos terminais Parangaba, Antônio Bezerra, Lagoa, Siqueira e Messejana ao Centro Espiritual Uirapuru (CEU). Além da frota especial, 13 linhas do sistema regular, 2 linhas corujões e 1 linha do transporte complementar (vans) atendem o entorno do CEU e poderão ser utilizadas pelo público.

Na saída do festival, os ônibus disponibilizados para as linhas especiais estarão aguardando a saída dos participantes para realizar a operação de retorno aos terminais. No terminal da Parangaba, o mais próximo ao local do evento, os passageiros poderão realizar integração em sete linhas de corujões que realizam viagens para diversos pontos da cidade.

Linhas especiais
947 - Parangaba/Halleluya;
983 - Lagoa/Halleluya;
985 - Conjunto Ceará/Halleluya;
986 - Antonio Bezerra/Halleluya;
987 - Papicu/Halleluya;
988 - Messejana/Halleluya;
989 - Siqueira/Halleluya.

Linhas de ônibus que passam próximo ao evento
024 - Antônio Bezerra / Lagoa / Unifor;
041- Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu;
309 – Conj. Sumaré / Parangaba;
311 – Castelão / Parangaba;
312 – Dias Macedo / Parangaba;
321 – Passaré / Jardim União / Parangaba;
391 – Sumaré / Parangaba;
603 – Jardim União / Centro;
604 – Dias Macedo;
605 – Conj. José Walter / BR 116 / Av. I;
606 - Conj. José Walter / BR 116 / Av. N;
633 – Passaré / Centro;
666 – Jardim Castelão.

Linhas Corujões que atendem no horário de 00h às 4h
034 – Corujão Av. Paranjana I;
035 – Corujão Av. Paranjana II.

Linhas do Sistema de Transporte Público Complementar
705 – Canidezinho / Iguatemi.

Linhas que integram no Terminal Parangaba
036 – Corujão / Conj. Ceará / Papicu / Montese;
048 – Corujão Parangaba / Papicu;
062 – Corujão Conj. Esperança;
063 – Corujão Bom Jardim;
064 – Corujão / Aeroporto / Centro / Rodoviária;
090 – Corujão / Montese;
095 – Corujão / Conj. Pref. José Walter.

terça-feira, 22 de julho de 2014

As novas tecnologias testadas pela São José Transportes

Por Fortalbus
A inovação na São José Transportes Urbanos possui diversos processos que buscam o aprimoramento do transporte coletivo, com foco na melhoria contínua. Os testes de novas tecnologias disponíveis para o transporte de passageiros é um desses processos, buscando garantir a sustentabilidade das operações do transporte coletivo de qualidade, o qual deve atender as necessidades e expectativas de seus usuários.

A São José Transportes Urbanos está sempre formando parcerias com os fabricantes para testar novas tecnologias com o objetivo de estudar modelos mais eficientes, que atendam a demanda da cidade e avaliar junto com a Etufor, se o modelo é viável ou não, e pode não ser usado agora, mas caso for solicitado a mudança dos veículos e tecnologias, a empresa já terá conhecimento do que tem no mercado. 

A São José neste período de pós licitação já testou unidades equipadas com chassis Agrale, Mercedes-Benz, Scania e Volvo. Tudo iniciou com o teste realizado com chassi Scania F250HB, passando pela novas tecnologias presentes nos chassis Mercedes-Benz OF-1724, chassis Volvos B340M e B360S (articulados), B290 (motor traseiro) e o B215RH (híbrido), além do chassis dianteiro B270F e para completar a empresa também testou o chasis Agrale 17.0. Vejamos os detalhes de cada veículo testado:

Neobus Mega / Scania F250HB 
Chegou a capital cearense para apresentar uma novo conceito em transporte de passageiros. O robusto chassi recebeu a carroceria Neobus Mega, produto que têm apresentado crescente aceitação no Ceará e em todo o território nacional. Com pintura padronizada e características de configuração da nossa cidade, o veículo ficou disponível para test-drive nas empresas de transporte urbano de passageiros de Fortaleza. Na frota da São José o ônibus recebeu o prefixo 12363, na qual operou em várias linhas.

O F250HB Euro V é o principal modelo da Série F para aplicações urbanas, disponível com motores de 5 cilindros, equipados com caixa de mudanças de 6 marchas e tração 4x2, que pode ser configurada em duas opções de comprimentos. A versão disponível para Fortaleza possui 13,60 metros de comprimento, tratando-se de um veículo do tipo semi-pesado, indicado para linhas que possui grande fluxo de passageiros.

Marcopolo Viale BRT / Volvo Hibrido
Em meio à uma imensidão de ônibus azul nas ruas e avenidas de Fortaleza, este ônibus verde conseguiu atrair a atenção de todos os usuários do transporte coletivo. O verde predominante integra a identidade visual do Hibribus, ônibus que é movido com dois motores, um elétrico e outro à diesel, em paralelo ou separadamente. O principal benefício que o veículo carrega é a redução da emissão de poluentes, que pode chegar em até 90%.

O Hibribus foi testado pela São José Transporte Urbano, onde ganhou o prefixo 12299, e operou na linha 075 - Campus do Pici/Unifor. Outros diferenciais desse veículo que merecem ser destacados: é que o modelo está sobre o chassi fabricado pela Volvo, um Viale BRT, que traz um design arrojado e futurista, conferindo mais beleza ao ônibus, o embarque pela porta dianteira, visto que o veículo  trouxe a Fortaleza às mesmas configurações usadas em Curitiba, cidade que já conta com 30 modelos similares em operação, sem contar na suspensão à ar e câmbio automático, proporcionando maior comodidade ao motorista.

Neobus Mega BRS / Volvo B290R
O Mega BRS iniciou sua fase de teste na empresa, e foi numerado com prefixo 12288, o veículo garantia um embarque facilitado, por ficar na altura do meio-fio, e uma viagem mais rápida e confortável. O veículo do chassis B290R modelo esse que é o mais leve e econômico do mercado na sua categoria. Com capacidade de carga de 7,5 toneladas no eixo dianteiro e 12 toneladas no eixo de tração, O B290R urbano oferece um excelente custo benefíco, com alta capacidade de transporte e um custo operacional reduzido.

Comil Doppio BRT / Volvo B340M
O B340M encarroçado com o modelo Comil Doppio BRT, possui ar condicionado e bancos de encosto alto, proporcionando mais conforto aos passageiros. O veículo em questão foi destaque no stand Comil durante a Transpúblico 2013. Além das três portas convencionais, o Doppio BRT possuia quatro portas em nível do lado esquerdo, configuração existente em algumas cidades que possuem o sistema BRT de transporte.

O B340M é um chassi com motor horizontal entre-eixos adaptado para transporte em plataformas. Este chassi é o carro-chefe dos BRT (Bus Rapid Transit) em cidades como Curitiba, Goiânia, Vitória e Bogotá. O veículo possui motor eletrônico  Volvo DH12E de 340cv, suspensão pneumática com controle eletrônico, computador de bordo com diagnóstico de falhas, moderna caixa de câmbio automática, além do sistema Volvo de freios a disco com ABS e controle de tração.

Caio Mondego LA / Volvo B360S
O Volvo B360S que foi avaliado pela São José possui a carroceria Caio Mondego LA e três portas acessíveis em ambos os lados, não necessitando de plataforma alta de embarque em nenhuma delas. O mesmo veículo já tinha passado por testes nas cidades de Campinas-SP, São Bernardo do Campo-SP e na própria capital São Paulo. 

Projetado para ser o melhor em acessibilidade e rapidez em embarque e desembarque, o B360S é um chassi de ultima geração que possibilita todas as portas baixas, ou seja, sem degrau por todo o seu corredor. O projeto ousado do veículo possibilitou a instalação do seu motor eletrônico de 9,4 litros e 360cv posicionado entre eixos e na posição vertical.

Além do piso totalmente baixo como sua principal característica, o B360S possui também suspensão pneumática com controle eletrônico, computador de bordo com diagnóstico de falhas, as caixas de câmbio automáticas mais modernas do mercado e sistema Volvo de freios a disco EBS5 EBS (Electronic Braking System) com ABS e controle de tração.

Marcopolo Torino / Mercedes-Benz OF-1724
Um veículo Mercedes-Benz OF-1724 iniciou por um curto período de avaliações na Empresa São José Transporte Urbano. Após passar por testes nas linhas metropolitanas da Empresa Vitória, recebendo elementos da pintura padrão de Fortaleza em adesivos.

Apesar da cor predominante branca, o veículo saiu às ruas com o prefixo 12264. O chassi OF-1724 foi desenvolvido para receber carroçarias até 13,2 metros e é equipado com o motor eletrônico OM-926 LA (Proconve P-7), de 6 cilindros, com potência de 238 cv, que proporciona economia de combustível e alto torque em baixas rotações. 

Marcopolo Torino / Agrale MA 17.0
A empresa São José Transporte Urbano também iniciou um teste com operação experimental. Um ônibus Agrale MA 17.0, chassi semi pesado de 17 toneladas com maior capacidade de carga produzido atualmente pela Agrale. Com o prefixo 365, possuia a carroceria Marcopolo Torino, três portas.

O Agrale MA 17.0 possui motor MWM MaxxForce 7.2 de 6 cilindros com 225 cv de potência e torque de 861 Nm, o que permite retomadas em baixo regime de rotação, ideal para o anda e para do trânsito urbano.  O modelo possui transmissão Eaton FSO mecânica de seis marchas, suspensão com molas semielípticas na dianteira e traseira, direção hidráulica, entre-eixos de 5.950 mm e PBT de 17.000 kg.

Comil Svelto / Volvo B270F
o B270F é o primeiro ônibus motor dianteiro da Volvo no Brasil, produto que ampliou a participação da marca numa categoria que é preferência entre os empresários de ônibus no Ceará. Embora tímida a participação dos ônibus Volvo no estado, o B270F vem respondendo pelas maiores vendas locais.

O motor de 270 cv permite manter a velocidade mesmo em marchas mais altas, reduzindo o consumo de combustível. Além disso, o modelo é produzido com um aço especial, o que o torna o mais leve e mais robusto do mercado. O Volvo B270F evoluiu e recebeu suspensão pneumática, item que garante mais conforto e segurança aos passageiros, já que reduz sensivelmente os níveis de vibração e ruído da suspensão.

Antecipando-se ao futuro, a São José Transportes Urbanos já trouxe para a capital cearense vários veículos munidos com alta tecnologia desenvolvida especialmente para a sustentabilidade do transporte urbano, e sempre buscando o melhor para seus usuários fortalezenses. Muitas vezes o custo pode até parecer alto, mas os números de economia e eficiência justificam tal investimento, sempre é preciso analisar o veículo mais adequado para cada trajeto e o meio mais apropriado para cada linha operada pela empresa.

Grandes marcas: Carrocerias Eliziário – Parte 2

Em 1947 a Eliziário começava a mudar o cenário do mercado de carrocerias de ônibus, e colocou na linha de montagem um novo projeto, que já traria uma série de inovações, pois já marcava uma nova era em ônibus. Capuz do motor com isolamento, porta com acionamento pneumático, poltronas estofadas com maior espaço e uma disposição de 38 lugares, este modelo seria produzido até 1949 e era conhecido apenas como Coach derivado do americano que Eliziário havia importado para estudos.
Eliziário sobre chassi comercial Ford Hércules 1942.
O Coach da Eliziário era encarroçado sob chassi GM PDI 3703 de 211 hp, importados de Detroit. A sigla PDI significava " Parlor Diesel Intercity " ou veículo intermunicipal à diesel. Em 1948 o " Plano Salte " , tinha como objetivo ordenar gastos públicos e reduzir as importações, o que acabou beneficiando indiretamente a Carrocerias Eliziário, que passou a ser a principal referência em matéria de ônibus no país. Um processo quase que totalmente artesanal, transformava lata e ferro em um produto de grande qualidade. As tintas para pintura eram todas importadas da Sherwin - Williams , mais tarde a Tintas Renner, empresa vizinha da Carrocerias Eliziário na Av. Assis Brasil, começou a desenvolver as tintas e testar nos veículos em processo de pintura.

Inúmeros modelos foram produzidos, desde jardineiras, lotações, ônibus urbanos até chegarem aos rodoviários. Naquela época os veículos produzidos pela Carrocerias Eliziário, não possuíam nenhuma especificação de nome (modelo) eram todos conhecidos apenas como Eliziário. Foi nesta mesma época também que lançou  no mercado uma série especial com 50 unidades produzidas, sendo 6 delas adquiridas pela empresa Unetral de Erechim/RS, hoje atualmente conhecida como Unesul. Tratava-se de uma nova tentativa no setor rodoviário, um projeto desenvolvido em conjunto com a Scania -Vabis a partir de um caminhão B-75.

No início da década de cinquenta surgia no mercado os primeiros chassis especiais para ônibus, os famosos " LPO " , reduzindo assim o tempo do produto na linha de montagem. Porém na ocasião somente alguns clientes adquiriam os novos chassis próprios para ônibus da Aclo , Scania - Vabis , Mercedes - Benz ou os importados Delahaye , pois muitos ainda preferiam encarroçar ou reencarroçar sob caminhões adptados. 


Em 1951, a madeira começa à perder espaço, sendo gradativamente substituída pelas estruturas metálicas, o que acabou sendo mais um avanço no setor do transporte urbano. A partir do Belveder, a Eliziário começou a equipar os seus ônibus rodoviários com poltronas Pullman, projeto originário do americano George Pullman de 1897, o que deixava estes modelos com um item de acabamento, conforto e requinte à frente dos rivais. Substituir a madeira e entrar na era metálica, além de ser uma novidade, tinha também uma grande vantagem - " A redução do peso do ônibus ", o que acabava influenciando diretamente no bolso dos empresários na hora de escolher a marca do seu produto.
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