quinta-feira, 19 de abril de 2018

Fique por dentro da força do Grupo Fretcar no transporte cearense

Por Fortalbus
O Grupo Fretcar é responsável pela união das operações do transporte de passageiros no segmento urbano, metropolitano e rodoviário com a mesma marca, a Fretcar Transportes. Com a junção de todas as operações no mercado cearense, a Fretcar ocupa a 3° colocação entre os grupos com grande participação e influência no transporte de passageiros por ônibus, atrás apenas dos Grupo Guanabara do empresario Jacob Barata e de Chiquinho Feitosa do Grupo Vega. 

A Fretcar Transportes trabalha com uma frota aproximada de 240 ônibus com idade média equilibrada, sendo 98 ônibus do tipo rodoviário, 100 veículos urbanos e 42 operando no transporte metropolitano. Em todas as operações é visível a presença do lema da Empresa em transportar pessoas de forma segura e pontual, oferecendo soluções para as questões de distâncias, por meio de uma equipe qualificada e comprometida com a satisfação dos clientes.

No transporte rodoviário intermunicipal de passageiros no Ceará, a Fretcar tem sua operação pautada nas linhas rodoviárias que ligam a capital para as cidades da Serra do Baturité, Sertão Central e Litoral Oeste. Seus ônibus rodoviários são compostos com chassis Scania, Mercedes-Benz e Volkswagen, e juntos oferecem aos clientes três tipos de serviços, o Convencional, Executivo e o "Vip" com acesso exclusivo para o Aeroporto Internacional e a Beira Mar de Fortaleza.  

A Fretcar também atua linhas na Região Metropolitana de Fortaleza, atendendo as localidades de Pacatuba, Guaiúba, Itapebussu, Maranguape, Redenção, Paracuru e Paraipaba, além do litoral oeste como São Gonçalo do Amarante, Pecém e Taíba. Nos últimos anos, a empresa tem investindo muito na região ofertando um maior números de horários e adequando outros conforme as necessidades de sua demanda. 

Já no transporte urbano de Fortaleza, a Fretcar opera linhas associadas ao Consórcio Expresso 05 com forte participação nos bairros mais periféricos. A empresa é referência por ostentar uma frota composta de uma versatilidade de chassis entre Mercedes-Benz, Agrale e Volkswagen, sem presença de micro-ônibus na frota.

O Grupo Fretcar tem uma vasta experiência no transporte de passageiros com mais de 50 anos de trajetória, através das empresas Expresso Ipu Brasília e Vipu (Viação Ipu). Além do transporte de passageiros. o grupo opera no segmento de cargas com vários caminhões personalizados com a marca "Fretlog", e o Grupo Fretcar segue firme com suas operações em outros mercados na Bahia e Sergipe com o transporte urbano. 

Transbrasiliana retorna a operação de suas linhas na próxima semana

Por Fortalbus
A partir do dia 25 de Abril, a Transbrasiliana Transporte e Turismo Ltda estará voltando a operar as linhas interestaduais que foram cassadas pela ANTT em 2016. Essa informação representa o retorno do legado de uma das mais tradicionais empresas de transporte rodoviário de passageiros do país, onde no auge suas operações chegaram à 11 estados, muitas vezes abrindo caminhos para o desenvolvimento da região. 

O retorno das operações da Transbrasiliana vai ocorrer por etapas, inicialmente a empresa irá operar apenas 05 (cinco) linhas que estão com toda estrutura montada para realizar partidas diárias, são elas; Brasília x Teresina, Goiânia x Marabá-PA, Goiânia x Araguaína-TO, Goiânia x Dianópolis-TO e Marabá-PA x Araguaína-TO. 

Nas próximas fases, a Transbrasiliana irá começar a operar outros mercados que foram autorizados pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), por meio de uma autorização judicial. Entre os mercados a ser operado pela Empresa está a Fortaleza x Palmas, dividindo essa linha com a Expresso Guanabara que recentemente iniciou a operação nesse trecho.

Como é sabido desde Abril/2016, a Transbrasiliana está passando por um processo de recuperação judicial e visando manter suas operações para honrar os pagamentos de suas dívidas trabalhistas e com os fornecedores, a justiça através de uma decisão judicial solicitou a ANTT, o retorno imediato da Transbrasiliana nas linhas interestaduais para que a Empresa tenha como honrar os pagamentos de suas dividas.   

Linhas da Transbrasiliana com partidas diárias (1° fase)

Goiânia x Marabá
Goiânia x Araguaína
Goiânia x Dianópolis
Brasília x Teresina
Marabá x Araguaína

Mercados atendidos com operação simultânea sobre a linha Goiânia X Marabá-PA

Goiânia x Redenção-PA
Goiânia x Xinguara-PA
Goiânia x Conceição-PA

Mercados atendidos com operação simultânea sobre a linha Goiânia X Araguaína-TO

Goiânia X Guaraí-TO
Goiânia x Gurupi-TO
Goiânia X Paraíso-TO
Goiânia X Araguaína-TO


Com o amadurecimento da sua estrutura operacional, a Transbrasiliana irá atender mais mercados que já foram autorizados pela a ANTT e serão operados pela Empresa nas próximas fases, juntamente com a Rápido Marajó. Os próximos mercados que a Transbrasiliana vai operar será; 

Fortaleza-CE x Palmas-TO
Belém-PA x Palmas-TO
Belém-PA x Brasília-DF
Goiânia-GO x Santana do Araguaia-PA
Goiânia-GO X Imperatriz-MA
Goiânia-GO x Colinas-TO
Goiânia-GO x Cristalândia-TO
Goiânia-GO x Pedro Afonso-TO
Goiânia-GO x Porto Nacional-TO
Goiânia-GO x Tocantinópolis-TO
Imperatriz-MA x Marabá-PA 
Imperatriz-MA x Rondon-PA
Imperatriz-MA x Redenção-PA
Imperatriz-MA x Araguatins-TO
Imperatriz-MA x Araguaína-TO
Imperatriz-MA x Floriano-PI
São Luís-MA x Parnaíba-PI
São Luís-MA x Floriano-PI
Teresina-PI x Balsas-MA
Teresina-PI x São João dos Patos-MA
Floriano-PI x Barão do Grajaú-MA
Araguaína-TO x Xinguara-PA
Araguaína-TO x Balsas-MA
Araguaína-TO x Curionópolis-PA

A nova versão Senior Midi destinado para o transporte escolar

Por Fortalbus
A Marcopolo está fornecendo a nova versão do modelo Senior Midi projetado para rodar em ambientes rurais mantendo o bem-estar e a segurança dos alunos que utilizam o transporte escolar do Governo do Estado de Minas Gerais por meio do Programa Caminho da Escola, desenvolvido pelo Governo Federal. 

Os veículos estão saindo de fábrica com uma característica exclusiva de conforto e acessibilidade para os passageiros com mobilidade reduzida. O modelo vem equipado com suspensão, chassi e eixos reforçados, por conta da situação pela qual os veículos enfrentam terrenos acidentados e as mais diversas situações de pavimentação. 

O Senior Midi são do chassi IvecoBus 150S21 com capacidade máxima para 48 alunos com diferenciais os elevadores para acessibilidade, uma cadeira de rodas, porta larga com dispositivo anti-esmagamento e saída de emergência, porta-mochila no teto; redes nas costas dos assentos para acomodação do material escolar, além de ser o único da categoria com dispositivo de bloqueio de diferencial automático, que facilita a transposição de atoleiros sem a intervenção do motorista.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Terminal rodoviário de Fortaleza completa 45 anos de idas e vindas

Por Fortalbus
Em Fortaleza, o Terminal Rodoviário Eng. João Thomé, é o principal ponto de partida para o embarque de linhas intermunicipais e interestaduais do estado do Ceará. Inaugurada oficialmente em março de 1973, a rodoviária de Fortaleza mantém sua estrutura arrojada e original que marcou um importante avanço para o transporte coletivo na década de 1970.

Com uma localização centralizada, próximo ao aeroporto, do centro da cidade e das principais rodovias federais, BR-116 e BR-222, o terreno de mangueiras no Bairro de Fátima deu lugar aos blocos que imitavam árvores de concreto. Estas grandes colunas de sustentação representavam um estilo arquitetônico inédito que fez da rodoviária de Fortaleza a mais bela e moderna do país. Eram 31 cogumelos hiperbólicos de concreto armado cobrindo quase 11 mil metros quadrados sem nenhuma telha, além de três passarelas de embarque, com capacidade inicial de 12 ônibus a cada 10 minutos.

Antes da inauguração oficial, a rodoviária Eng. João Thomé começou a funcionar em caráter experimental no dia 28 de fevereiro de 1973, porém, apenas com ônibus que faziam linhas interestaduais. O primeiro ônibus, pertencente à Viação Nordeste partiu às 5h e 40m com destino à capital Potiguar, com um pequeno atraso de 20 minutos para atender os retardatários desavisados.

Na fase de testes, o terminal apresentou alguns defeitos técnicos, causados por ligeiras modificações do projeto original. Os problemas mais sérios se relacionavam a segurança do passageiro ao desembarcar, e a difícil manobra dos ônibus nas três passarelas de rolamento e seu estacionamento nas três plataformas de embarque.

O projeto original previa a parada dos ônibus para desembarque na passarela número um. Contudo, os primeiros testes relevaram a dificuldade do acostamento dos ônibus, porque dois jardins suspensos impediam a boa aproximação do veículo à calçada de passeio. A solução foi colocar os táxis enfileirados naquela área.
Primeiro ônibus a deixar a Rodoviária de Fortaleza em 1973 
As três plataformas de embarque deveriam simultaneamente, segundo o projeto original, receber nove ônibus, aproveitando três das quatro faces de cada uma delas. Isso não foi possível, porque a pista de rolamento externo (passarela número quatro) deveria ter 10 metros de largura, foi reduzida para sete metros, por medida de economia que impediu o alargamento do aterro sobre o qual se localizam as plataformas de embarque e as passarelas de tráfego de ônibus e táxis. Essa redução impediu a manobra dos ônibus, principalmente dos “Magirus-Deutz”, que tinham 12 metros de comprimento. O problema foi superado com a redução das dimensões das “ilhas ajardinadas” entre as quais situavam as três plataformas.
Vista da Avenida Borges de Melo
Outro problema observado durante a fase experimental foi a saída dos ônibus que se destinavam à Rodovia BR-116. Como o “balão” não havia sido construído, os ônibus faziam manobras difíceis para se inserir na pista sul da Avenida Borges de Melo.  Com a maioria dos erros solucionados, a Estação Rodoviária de Fortaleza estava pronta para ser inaugurada.

Finalmente, a inauguração oficial do Terminal Rodoviário Eng. João Thomé ocorreu no dia 25 de março, com a presença do Governador César Cals e do Ministro Mario Andreaza, dos Transportes. Agora, os usuários contavam com uma rodoviária ampla e confortável, com um estacionamento com capacidade para mais de 200 veículos, lojas, bancas de jornais, correios, pronto socorro, guarda-volume, farmácia, sistema de som, um restaurante panorâmico instalado no andar superior, além de outros equipamentos de apoio ao público.

Para quem não escolhia o táxi como condução, os passageiros podiam pegar os coletivos que faziam ponto na própria estação rodoviária, eram ônibus das empresas São José de Ribamar e CTC - Companhia de Transportes Coletivos, que faziam a linha Aguanambi, circulando nos dois sentidos em direção ao centro da cidade, atendendo também a outros bairros daquela região.

Com 27 empresas passando pelo terminal rodoviário de formas arrojadas e frente do seu tempo, foi transformado numa espécie de ponto de atração turística pelos fortalezenses, também por conta dos vários serviços públicos disponíveis ali, dando mais movimento àquela região da cidade.

Seu projeto pretendia ter condições de atender a expansão do mercado de transporte rodoviário nos vinte anos seguintes, mas em menos de dez anos após sua inauguração, já parecia obsoleta. Com o surgimento das carrocerias mais altas para ônibus no começo da década de 1980, as passarelas não tinham altura suficiente para que estes veículos pudessem ultrapassá-las sem risco de colisão. Alguns veículos até conseguiam, mas ficavam com marcas de arranhões no teto.

Empresas como Expresso de Luxo, Rápido Crateús e Expresso Timbira sentiam-se prejudicadas pelo mau planejamento da estrutura do Terminal, não somente pela altura, mas também porque os ônibus maiores com 13m de comprimento tinham dificuldade de estacionar e manobrar entre as plataformas.
Altura das passarelas antes da reforma na década de 1980
A situação ficou ainda mais complicada quando a Expresso Timbira adquiriu em 1984 seis ônibus Diplomata 380, estes não passavam pelos 3,80 metros de altura dos cogumelos, assim os ônibus desembarcavam na pista externa, pois não entravam nas pistas comuns de embarque e desembarque. A primeira idéia dos técnicos foi a de rebaixamento do solo, mas estudos mais detalhados concluíram por sua inviabilidade, pois sob o piso estavam as instalações elétricas e hidráulicas, além da base dos cogumelos. A segunda opção era a construção de novas passarelas em estruturas metálicas.

As obras de reforma no Terminal Rodoviário Engenheiro João Tomé iniciaram em abril de 1985, compreendendo nos trabalhos de elevação de cada passarela individualmente, através do uso de potentes macacos hidráulicos, reforçando-se, a seguir, cada pilar. Com isto, permitia-se a entrada dos novos ônibus com pouco mais de 4 metros de altura, que logo seriam adquiridos por outras empresas.

Além da elevação das antigas passarelas que ficaram com 5 metros no total, foi construída no pavimento superior da sede da antiga Suterce (Superintendência dos Terminais Rodoviários do Ceará), com um total de 1.100 metros de área coberta.

Hoje o prédio é administrado por uma empresa privada, a Socicam, bem modesto em comparação ao moderno aeroporto internacional. O terminal rodoviário recebe principalmente viajantes do interior do Ceará e de estados vizinhos. Com a entrada da Socicam, a rodoviária passou por uma ampla reforma, desde os guichês até as plataformas de embarque, melhorando o espaço para maior comodidade e segurança, sem esquecer da acessibilidade.

A Rodoviária de Fortaleza possui agências amplas, algumas lojas com produtos e serviços como restaurante, lanchonetes, banca de revistas, lojas de lembranças, caixa-eletrônico, guarda-volumes, entre outros. Os banheiros são pagos, assim como o estacionamento fechado. Os ônibus saem do pavimento inferior, o acesso à área de embarque é realizado por uma passarela com rampas e escadas.

Empresas que operam hoje no Terminal Rodoviário Eng. João Thomé em Fortaleza

* Expresso Guanabara
* Fretcar Transportes
* Viação Princesa dos Inhamuns
* Emppresa São Benedito
* Viação Nordeste
* Expresso Satélite Norte
* Viação Itapemirim
* Empresa Gontijo de Transportes
* Viação Nacional
* Politur/Soares Turismo
* Real Maia Transportes
* TransBrasil
* Cooperativas de Transporte Alternativo Intermunicipal 

terça-feira, 17 de abril de 2018

Os primeiros ônibus com chassi Volkswagen do Ceará

Por Fortalbus
A MAN Latin America entrou no segmento de ônibus em 1993 com o lançamento do modelo Volkswagen 16.180 CO. O chassi chegou no momento em que o mercado pedia por alternativas no transporte e não marcou apenas o nascimento da linha Volksbus, mas também de um atendimento diferenciado feito na garagem do frotista. Em apenas dois meses, 550 unidades foram vendidas, superando todas as expectativas para o primeiro ano de vida do modelo.

O primeiro chassi Volksbus introduziu no mercado o padrão de prever um capô com isolamento acústico e térmico nos modelos com motores dianteiros para mais conforto na operação. Também contemplava uma demanda por eixo com maior capacidade de carga real para atender à realidade das aplicações, em prol da durabilidade.

O chassi 16.180 CO marcou a estreia da Volkswagen no transporte de passageiros com mais pessoas usufruindo de cada viagem e conforto superior, sempre preservando o baixo custo de aquisição e operação. Essas premissas se consolidaram como pré-requisito em todos os desenvolvimentos da marca a partir dali.

No mercado cearense, o Volksbus chassi 16.180 CO teve uma forte presença entre as empresas de ônibus que encontraram uma alternativa de compra e resultados, por conta de vários itens na qual os empresários almejam tipo; segurança, robustez, desempenho, conforto e economia no consumo de combustível.

Logo em seguida, no ano de 1995, a montadora ingressou no mercado de micro-ônibus com o chassi VW 8.140 CO. Já em 1998 foi apresentado o VW 16.210 CO. Logo nos primeiros anos de atuação no mercado brasileiro de transporte de passageiros, a marca garantiu a vice-liderança em ônibus. Em 2001, veio o primeiro Volksbus equipado com motor traseiro, o VW 17.240 OT, para operações urbanas e intermunicipais. Dois anos depois, chegou o primeiro Volksbus destinado à aplicação rodoviária, o modelo VW 18.310 OT. 

A partir de 2012, com a introdução das normas de emissões Proconve P-7 no Brasil, a MAN Latin America passou a oferecer os primeiros chassis de ônibus equipados com motores MAN cuja tecnologia EGR elimina a necessidade de uso da solução de ureia (Arla 32).

Em sua história de 25 anos, vários modelos marcaram época, mas os chassis para o programa Caminho da Escola têm significado especial. Não faltam motivos nessa trajetória, pois hoje 16 mil Volksbus transportam mais de um milhão de estudantes, permitindo o acesso à educação nos lugares mais remotos do Brasil, atendendo a cerca de cinco mil municípios. É a maior frota do programa do governo.

Comprometida com o desenvolvimento contínuo de todos os seus modelos, os chassis para transporte escolar estão dotados dos mais recentes conceitos de acessibilidade, como a plataforma para dispositivo de poltrona móvel (DPM), que dá mais comodidade a passageiros com deficiência.

Hoje, a empresa oferece diferentes modelos, para as mais variadas aplicações. A MAN Latin America é a segunda colocada nas vendas de chassis de ônibus no Brasil e vem disputando a preferência e a liderança do frotista urbano do Ceará.

Fortaleza ganhará novas faixas exclusivas para ônibus

A Prefeitura de Fortaleza anunciou a implantação de mais faixas exclusivas de ônibus. Dessa vez, o foco é o Centro da cidade, especialmente a Avenida Duque de Caxias e as ruas Pedro I e Meton de Alencar. 

O intuito da medida é estabelecer um trinário entre as ruas, beneficiando quem usa transportes públicos para trafegar pela área. As ruas Meton de Alencar e Pedro I, paralelas, manterão o mesmo sentido. A primeira, sentido Aldeota/Centro e a segunda sentido Centro/Aldeota. A Avenida Duque de Caxias, via de mão dupla, se localiza entre as duas ruas.

Segundo apuração, o transporte público nessa região trafega com média de 5km/h e leva cerca de 200 mil pessoas por dia. Sendo assim, a implantação da faixa exclusiva deve fazer o trânsito de transportes públicos fluir mais, beneficiando aqueles que usufruem do serviço.

Outras mudanças
Ainda com o objetivo de alcançar melhorias no Centro de Fortaleza, outras ruas serão contempladas com faixa exclusiva de ônibus. São elas: Senador Pompeu, Dr. João Moreira e Castro e Silva.

As medidas devem favorecer, também, pedestres que trafegam na região. Em relato, o professor da Universidade de Madrid Mateus Porto Schettino disserta que é importante, além do aumento da fluidez dos transporte públicos, uma diminuição da velocidade máxima dos carros, para que haja uma menor possibilidade de atropelamento e de outros acidentes fatais.
Com informações: Verdinha

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Saiba como funcionava a recarga de celular nos ônibus de Fortaleza

Por Fortalbus
Em 2007, alguns cartazes fixados dentro de ônibus em Fortaleza, avisando sobre a disponibilidade do serviço de recarga de celular, surpreendeu os passageiros. Os celulares da operadora Oi, poderiam ser recarregados a partir de R$ 1,00. O Ceará foi o pioneiro neste tipo de serviço em todo o País, estando presente em aproximadamente 300 ônibus.

A primeira empresa que testou essa tecnologia foi a Via Urbana, disponibilizando em 139 ônibus, e com a grande aceitação desta tecnologia junto ao usuários, a Vega também passou a adotar este serviço. A operação deste serviço era feita pelo cobrador, que conseguia garantir uma renda extra de 3% do valor da recarga como pagamento pelo serviço. 

O procedimento era simples, o passageiro solicitava a recarga ao cobrador, e ele digitava o valor solicitado no aparelho de recarga veicular, posicionado na altura do validador de vale-transporte eletrônico. A comunicação entre o veículo e a operadora ocorria através da tecnologia GSM, a recarga de créditos é realizada por meio de mensagem SMS. 

Em um pouco mais de um ano, a ausência de manutenção e comunicação dessas máquinas fizeram com que os usuários perdessem o interesse por este tipo de recarga e com isso o projeto inicial foi perdendo seu espaço. Esta é mais uma prova do potencial do nosso transporte coletivo, sendo muitas vezes responsáveis por grandes inovações.
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