Nova Padronização

Conheça o futuro visual dos ônibus de Fortaleza

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Ar condicionado

Usuários aprovam articulado climatizado

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Articulado

Veículo realiza testes nas ruas de Fortaleza

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Guanabara

Melhor Empresa de Transporte Rodoviário de Passageiros do Brasil 2013

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Hibribus

Ônibus elétrico realiza testes em Fortaleza

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Antônio Bezerra

Confira a localização dos pontos do novo terminal

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Mega Plus

São José renova com o novo urbano da Neobus

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Fretcar

A maior renovação da historia do Grupo em 2013

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Via Urbana

Urbano com suspensão pneumática em operação

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Confraternização

Fretcar proporciona tarde de encontro entre Busólogos

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Viação Penha

Nova frota e nova identidade visual

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Empresa Santo Antonio

Crescendo com Maracanaú

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Expresso Serrano

Da serra ao litoral

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Crateús

O novo G7 1600 LD

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Cialtra

Uma viagem ao passado

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5º Encontro Nacional de Busólogos

Evento reúne busólogos em Fortaleza

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Irizar

Ônibus Irizar nas empresas do Ceará

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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Citimax: O último Ciferal de Fortaleza

Por Fortalbus
Durante mais de 40 anos, a Ciferal produziu alguns dos melhores ônibus que já rodaram em nossas ruas e estradas, tornando-se conhecida pelo seu pioneirismo na fabricação de carrocerias de ônibus em Duralumínio.

Após o auge das carrocerias na década de 1970, a Ciferal passou por uma crise financeira, chegando a tornar-se estatal da década seguinte. Recuperada, a encarroçadora voltou a produzir ônibus urbano como principal foco, tornando-se especialista em construir produtos de qualidade e funcionalidade para o desenvolvimento dos transportes coletivos urbanos.

No começo da década de 1990, a Ciferal se muda para Xerém/RJ, onde foi privatizada ao ser comprada por empresários de ônibus que eram seus antigos clientes. Anos mais tarde, em 1999, a Marcopolo subscreve 50% de participação no capital da Ciferal, é quando começa a ser produzido o modelo urbano Turquesa, modelo similar ao Torino, principal produto Marcopolo na categoria.

Mas foi em 2003, após a descontinuidade da produção do Turquesa, que a Ciferal começava a produzir aquele que seria o último ônibus a ostentar o nome desta tradicional fábrica de ônibus.

O Citmax, lançado naquele ano, surgiu com a proposta de ser um veículo leve e de baixo custo operacional para os frotistas, especialmente desenvolvido para o transporte coletivo urbano. Uma das principais vantagens do Citmax em relação aos modelos comercializados no mercado nacional era sua economia de combustível.

Nos testes aerodinâmicos, o modelo comprovou seu menor custo operacional em aplicação urbana registrando consumo de combustível 24% menor que a média dos demais veículos similares.

Sua ampla grade dianteira, com maior área de ventilação, aumentava a durabilidade do motor e do câmbio, com melhor performance, mesmo em regiões de temperatura elevada. A abertura da grade dianteira, com sistema pantográfico, permitia fácil acesso ao conjunto mecânico e rápida manutenção.

Montado apenas sobre chassis de motorização dianteira, Mercedes-Benz ou Volkswagen, o veículo garantia economia e rentabilidade para as empresas, revelando-se um produto de bom desempenho na cidade.

Foi também em 2003, que a unidade Ciferal tornou-se um centro exclusivo de produção de veículos para o transporte coletivo de passageiros em centros urbanos. Dois anos antes, em 2001, a Ciferal havia sido integralmente adquirida pela Marcopolo.

Na carona do sucesso, em julho de 2004, a Ciferal lançava também o seu último microônibus, o Minimax, com a mesma identidade do urbano já em linha de produção. Pequeno e ágil, o micro tinha um preço altamente competitivo, podendo ser encarroçado sobre os chassis Mercedes-Benz, Volkswagen e Agrale.

O Citmax fez bastante sucesso nos grandes centros urbano, inclusive na capital cearense, onde empresas do segmento urbano e metropolitano incorporaram o robusto modelo em suas frotas.

No Ceará, tivemos unidades com chassis Mercedes-Benz OF-1417/8 e OF-1721/2, além do Volkswagen 17-210OD/EOD. Já o Minimax, apenas com Mercedes-Benz LO-915, adquirido por empresas do sistema urbano e metropolitano.

Apenas nove meses após seu lançamento foram comercializados 1.200 unidades do Citmax em todo o Brasil. Na época, o diretor de Operação da empresa Santo Antônio Ltda., André Luís Eskinazi, destacou a rentabilidade que obteve com o Citmax. "Adquiri cinco unidades por um excelente custo e não tenho gastos adicionais com esses veículos por serem mais leves e de fácil manutenção".

Quando lançado a família de chassis Euro 3 da Mercedes-Benz em 2004, o pará-choque dianteiro recebeu uma grade maior, diferenciando assim dos antecessores OF-1417 e OF-1721. A mudança não se aplicou aos chassis Volkswagen.

Em 2005, a Marcopolo redesenhava o modelo da sua convencional poltrona de fibra, muito comum na cidade de Fortaleza. Com um desenho totalmente novo, as poltronas também foram aplicáveis ao Citmax.

Mas foi em 2009 que a Marcopolo aposentou de vez o nome Ciferal de seus produtos, descontinuando a produção do Citmax, o último modelo da marca. Em 2007, a Marcopolo havia lançado a atual geração do Torino, modelo com a missão de continuar sendo o urbano mais vendido da história.

Atualmente, a unidade Ciferal no estado do Rio de Janeiro fabrica carrocerias Marcopolo com foco no desenvolvimento de efetivas soluções para o segmento de transporte urbano, mantendo o forte nome Ciferal, no mercado desde 1955.

A situação dos terminais rodoviários no interior do Ceará

Por Fortalbus
Viajando pelo interior cearense é possível encontrar muitos terminais rodoviários com instalações precárias, desconforto, falta de estrutura e limpeza, fato observado por aqueles que utilizam destes equipamentos em viagens intermunicipais. Em algumas cidades as obras de reforma até foram iniciadas, mas se arrastam por anos, enquanto isso, usuários tem que aguardar o inicio de suas viagens em pé ou em frente à agências das empresas de ônibus. Vamos observar algumas situações: 

Senador Pompeu 
Um terminal rodoviário construído na entrada da cidade há mais de uma década está se tornando motivo de crítica em Senador Pompeu, também conhecida como Princesinha do Sertão Central. Enquanto os passageiros embarcam e desembarcam ao relento, a obra está abandonada. Quem chega não entende porque é obrigado a enfrentar o transtorno. Os ônibus param em qualquer lugar e as bagagens são deixadas até no meio da rua devido à falta de espaço adequado para o ônibus. 
Desembarque de passageiros em Senador Pompeu
Acaraú
Roteiro turísticos para muitas praias, Acaraú vem sofrendo com a ausência de uma rodoviária. Sem terminal rodoviário os ônibus são obrigados à parar no meio da rua para fazer o embarque e desembarque de seus passageiros, sem falar na complicação do trânsito que essas paradas proporcionam. Uma rodoviária já deveria ter sido implantada há muito tempo na cidade, compatível com o porte de Acaraú. Com essa ausência, seus moradores e visitantes tem que esperar os ônibus num lugar sem nenhuma estrutura. 
Embarque de passageiros em Acaraú
Granja
Muitas empresas de ônibus passam por Granja, que é um corredor de turismo do estado, mas a falta de uma rodoviária causa um desconforto imenso. Na época das chuvas os passageiros se molham para entrar e sair do ônibus, além da compra das passagens que se torna desagradável. 

Acopiara
A rodoviária de Acopiara tem recebido uma série de reclamações por parte dos usuários do terminal. A maioria reclama das cobranças de taxas e serviços de banheiros de forma injusta, já que as obras de reforma da rodoviária ainda não foram concluídas. Por isso, a maioria entende que a cobrança é indevida levando em consideração a falta de estrutura atual do equipamento. 
Rodoviária de Acopiara
Coreaú
A reforma do Terminal Rodoviário de Coreaú, que teve inicio em  2011, parece que vai demorar ainda mais algum tempo. A reforma que começou com uma empresa que desistiu da obra, passou os serviços para a segunda colocada. Pelo que foi constatado o terminal está pronto, mas já começa a sofrer ações do tempo como a deterioração do teto de alguns boxes.

Icó
Desde sua inauguração em 1980, a rodoviária não recebeu nenhuma intervenção de reforma ou revitalização de seu espaço. Atualmente, a estrutura que recebe a movimentação de diversas linhas regionais e nacionais, está comprometida. A falta de manutenção do espaço por décadas, aparece das mais diversas formas, seja no desgaste das paredes e teto, como na presença de "gambiarras" em algumas fiações, sem contar a iluminação deficiente, rachaduras e infiltrações. Este é o cenário da rodoviária, onde os viajantes pagam sua taxa de utilização, mas não vêem o retorno em melhorias. 
Rodoviária do Icó
Aracati
A falta de manutenção e sinalização é a principal reclamação dos usuários da rodoviária de Aracati, que encontra-se em estado ruim. O local que existe para ser dado informações turísticas a todo e qualquer visitante, está fechado, por não ter nenhum profissional de plantão para da informações aos turistas que chegam a todo instante para desfrutar das belas praias da cidade. 
Rodoviária de Aracati
Morada Nova
A realidade da rodoviária de Morada Nova não é tão diferente das demais, o terminal está sem funcionar há quase dois anos, e hoje, o terminal se encontra abandonado. A população está revoltada e sem saber quando o terminal irá voltar a funcionar. Enquanto isso, os passageiros aguardam em pé na porta da agência.
Agência São Benedito em Morada Nova
Algumas cidades estão perdendo a chance de conquistar novos turistas. No Brasil e principalmente no Ceará, todo foco está voltado para os aeroportos, mas é nos terminais rodoviários que os turistas fazem viagens dentro do estado, e para isso, é necessário boa estrutura para também receber os passageiros do transporte rodoviário que vem crescendo consideravelmente.

Viação Aparecida, a primeira potência do transporte Potiguar

Eram os primórdios do começo da década de 60, tempos de Pau de Arara, terra batida, e estradas praticamente intransitáveis. Parelho a isso, um visionário chamado José Barbosa de Araújo, dono de uma pequena mercearia na cidade de Recife/PE, decidiu mudar de ramo e de vida, comprando três ônibus novos e vindo para Natal tentar comprar a linha Natal/São Paulo e Natal/Rio de Janeiro. A tentativa foi em vão. Então, veio o desespero: suas economias estavam indo embora, o obrigando a dormir nos próprios ônibus por ele comprados. 

Eis que a mulher de seu José Barbosa fez uma promessa a Nossa Senhora Aparecida: caso conseguisse a concessão de uma linha rodoviária, colocaria o nome da empresa de Viação Nossa Senhora Aparecida. E, em Agosto de 1964, o então DNER fez a tão sonhada concessão. 

Em 20 de Agosto de 1964 nasce a que viria ser a primeira grande empresa de transporte do Rio Grande do Norte: Viação Nossa Senhora Aparecida. 

As primeiras linhas da Aparecida foram exatamente as tão sonhadas por seu José Barbosa: Natal/Rio de Janeiro e Natal/São Paulo. E era só o começo do crescimento. 

Ainda faltava acrescer linhas intermunicipais a empresa, e no ano de 1965 a Aparecida consegue autorização para poder atender ao povo sertanejo do interior Potiguar: as regiões Trairi, Seridó e Oeste começaram a contar com seus serviços. Suas principais linhas intermunicipais na época eram Natal/Santa Cruz, Natal/Currais Novos, Natal/Caicó e Natal/Mossoró. 

O Branco e Azul da empresa Potiguar começou a cortar as estradas Brasil a fora. A Aparecida era sinônimo de conforto, bom atendimento e ônibus novos, fazendo com que o próprio DNER concedesse, em 1974, a empresa a sua primeira linha totalmente fora do território Potiguar: Caruaru (PE)/São Paulo. 

Em 1975, a Aparecida chega ao seu ápice: conta com 96 ônibus, alguns deles com configuração leito, serviço de bordo e musica ambiente, serviços raros na época. Dentre os modelos de ônibus da empresa, destacavam-se os Monoblocos O-352 e vários ônibus do modelo Ciferal Líder. Nesta época a empresa também contava com 380 funcionários, além de 22 estações de Rádio Transmissão (Estações que serviam como elo de comunicação entre os ônibus em trânsito, e a sede da empresa ou agências nas cidades polo). Nasceram também a Aparecida Turismo e a Só Pneus, empresas pertencentes ao grupo. 

No começo da década de 80 começa a derrocada. Seu José não está mais tão a frente do negócio e as coisas começam a desandar. Linhas são vendidas e as empresas do grupo começam a operar no vermelho. A Azul e Branco tem seu fim: Suas linhas ligando as cidades da região Trairi e Seridó são vendidas para a Viação Jardinense, as do Oeste para a Viação Nordeste, e as linhas interestaduais são compradas pela Cia. São Geraldo de Viação. A Aparecida Turismo também fecha, e só sobra a Só Pneus, com lojas em Santa Cruz e Currais Novos - lojas essas que também fechariam no final dos anos 90. Encerra-se a trajetória histórica da primeira grande potência do transporte Norte-Riograndense: a saudosa Nossa Senhora Aparecida.

domingo, 20 de abril de 2014

Empresas de ônibus & prefixos - Parte 2

Por Fortalbus
Assim como a pintura, a numeração dos veículos completava o conceito da identidade visual da empresa, adequando-se a cor, tamanho e posição na carroceria do veículo. Embora a agência reguladora do transporte no Ceará tenha descontinuado a liberdade de criação, a atual formatação teve como finalidade organizar o transporte regular e facilitar a identificação pelos usuários através de oito dígitos.

Dando continuidade ao especial, explicamos como funcionava mais alguns sistemas de numeração de empresas que atuam ou deixaram de atuar no transporte coletivo de passageiros do Ceará. A seguir, critérios utilizados pelas empresas:

Asa Branca e Expressul
Desde sua fundação na década de 1970, seus veículos tinham prefixos de quatro dígitos, onde os dois primeiros significavam o número de ordem, seguido pelos dois ultimos, representando o ano de fabricação do ônibus. Após a mudança definitiva para Expresso Asa Branca no ano 2000, o sistema continuou o mesmo.

Expresso Serrano
Inicialmente sua frota possuía a numeração em algarismos romanos, sistema original, porém, algumas vezes confuso de identificar. Na primeira metade da década de 1990, veio a reformulação, adotando o sistema semelhante ao usado pela Expressul/Asa Branca, porém, com cinco dígitos.

Em meados de 1996, o zero que antecedia o prefixo foi eliminado, ficando apenas com quatro dígitos: número de ordem e ano do veículo, respectivamente. Em 2009, com o formato padrão exigido pelo Detran-CE, os veículos perderam o quarto dígito, por exemplo, o Vissta Buss prefixo 3605 tornou-se 360.

Canindé
Até o começo dos anos 90, a numeração tinha formato sequencial, porém, com a mudança da identidade visual, a frota ganhou o zero antecedendo o prefixo, a seqüência passou a ser de 10 em 10, exemplo: 0310, 0320, 0330 e assim sucessivamente.

Rápido Limoeiro
Sua frota sempre terminava em “19”, seguindo a sequência tínhamos: 019, 119, 219, 319, 419 e assim sucessivamente. Recentemente a numeração passou a ser sequencial.

Rápido Crateús
Os clássicos algarismos romanos identificavam a frota da Rápido Crateús nas linhas intermunicipais cearenses até o ano de 2009, quando passou a utilizar o sistema padrão exigido pelo Detran. Desde então, atuando no fretamento de veículos, sua frota possui numeração seqüencial.

Fortaleza: Loucos por ônibus, busólogos se reúnem em grupos para compartilhar paixão

Poucos sabem, mas enquanto a maioria dos cidadãos reclama do ônibus lotado, do calor e da falta de estrutura, há quem faça dele uma paixão. Eles aproveitam a viagem para observar os mínimos detalhes dos veículos. Busólogos são os loucos por ônibus, tanto os convencionais que rodam pela cidade, quanto os ônibus de viagens mais longas. 

Na capital cearense os grupos de busólogos são fortes. O Fortalbus, site criado para reunir informações, curiosidades e notícias do mundo dos ônibus. Junior Vasconcelos é um dos editores do site e diz que a paixão pelo veículo surgiu ainda na infância. Enquanto as outras crianças se interessavam por bonecos ou carrinhos, Junior gostava mesmo era de colecionar recortes de ônibus, fotos e miniaturas. 

O cearense conta que os integrantes do grupo começaram a se encontrar na rodoviária em 2005, quando trocavam fotos e cartas entre si. “Hoje nosso site, criado naquele ano, conta com vários colaboradores, mas os que são ativos mesmo e se encontram sempre são 25 a 30 pessoas. Quando fazemos encontros esse número chega a 120 pessoas, inclusive de outros estados”, pontua Junior. 

A paixão é tamanha que alguns integrantes do grupo, inclusive Junior, trabalham em companhias de ônibus. Muitos conseguiram o emprego exatamente pelo interesse nos veículos. “O interesse ajuda, as companhias gostam.” 

Influência do pai
Mailson Amancio também faz parte do site e conta que, quando pequeno, acompanhava o pai nas viagens de ônibus. “Ele era motorista e, nas férias, sempre que dava eu ia com ele nas viagens. Acho que a maior influência vem disso”, relembra. Com o passar do tempo começou a colecionar fotos e miniaturas. Com a chegada da internet em sua casa, descobriu que outras pessoas compartilhavam do mesmo gosto e passou a se reunir com elas. Foi assim que conheceu os outros integrantes do site Fortalbus. 

O busólogo diz que nos feriados, época que o fluxo de ônibus é maior, os amigos se encontram na rodoviária, onde podem conversar sobre os veículos, além de tirar fotos. E a paixão faz com que os busólogos prefiram fazer viagens de ônibus no lugar de viajar de avião. “Viagem longa é de ônibus, a gente curte mais.” 

Miniaturas 
Diante do crescimento dos grupos de busólogos, o sucesso do artesão de Caucaia Sérgio Maciel também está crescendo. Proprietário da empresa Serbus Miniaturas, Sérgio, 53, especializou-se na produção de ônibus de brinquedo, que faz desde os 17 anos. Ele conta que a procura é grande, chegando a fazer duas miniaturas por dia. “Ano passado foram 134. Muitos colecionadores me procuram, até em outros estados. Já fiz ônibus pro Acre e Rio Grande do Sul”, orgulha-se.
Com informações: Tribuna do Ceará

Serviço 
Preço: R$ 90 (57cm), R$ 100 (69cm), R$ 120 (rodoviário) e R$ 150 (articulado) 
Contato: Sérgio Maciel, artesão de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza 
Fone: 85-8832.7534 e 85-3213.3645 
Email: sergio115@hotmail.com

Conheça mais sobre o hobby:
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Fortalbus: Comunidade reúne busólogos de Fortaleza 
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