segunda-feira, 18 de junho de 2018

O momento da Expresso Guanabara com produtos Irizar

Por Fortalbus
Na história de 25 anos, a Expresso Guanabara manteve uma parceria com várias carrocerias de ônibus entre elas Marcopolo, Comil, Busscar, Neobus e até os famosos Monoblocos produzidos pela Mercedes-Benz, numa época onde a marca produzia além dos chassis para ônibus. A Guanabara teve essa fase na aquisição de ônibus com carrocerias variadas até 2010, quando decidiu até então pela renovação apenas com produtos produzidos pela Marcopolo, por conta da qualidade comprovada da Geração 7.  

Mas dentro do processo de renovação da frota referente aos anos 2005 e 2006, a Guanabara optou pela aquisição do modelo Irizar Century 370 com 13 metros de comprimento. Essa aquisição aconteceu num momento onde a Guanabara dava novos passos para sua ampliação e marcava a profunda transformação na estética dos veículos, introduzindo características completamente diferentes: uma nova tonalidade de azul, que foi denominado azul Guanabara, passou a ser a cor predominante; o preto ganhou espaço para ampliar a percepção das janelas panorâmicas; o branco e o vermelho passaram a ser usados apenas em detalhes.

Ao todo essa aquisição das carrocerias Irizar ocorreu por conta de um lote de 80 unidades, fruto de uma grande parceria firmada em 2005 para atender todas as empresas rodoviárias do Grupo Guanabara, que na época era limitada apenas as empresas Única, Fácil, Normandy e Útil.

Para a Expresso Guanabara os veículos chegaram em duas configurações Mercedes-Benz, sendo o chassi O-500R para os ônibus ano 2005 e O-500RS para as unidades 2006. Todos os veículos eram equipados com 46 poltronas, monitores LCD 15", geladeira, cabine para o motorista, ar condicionado e sanitário.

Conforme a renovação de frota ia acontecendo, os veículos Irizar se despedia da Guanabara, deixando um legado de uma carroceria de padrões internacional e com forte tendência para viagens de longa distância em turismo. 

Já pensou viajar em ônibus com poltronas massageadora?

Por Fortalbus
Seria um sonho para cada passageiros de ônibus, é desfrutar de uma massagem bem relaxante nas costas até os pés durante uma viagem. Pois bem, as empresas estão percebendo que realmente existe público para esse tipo de viagem e estão começando a adquirir novos ônibus com poltronas equipadas com a tecnologia Relax.

Visando se destacar no mercado, algumas empresas entre elas a Levare Transportes e Guaçu Tur Viagens e Turismo estão oferecendo aos seus clientes os modernos ônibus com poltronas grandes e macias, com direito a um apoio para os pés e que também faz massagem através de um controle remoto, onde o passageiro tem a opção de escolher a intensidade e o local das massagem, que vai das costas aos pés.

Além das poltronas com massageador, alguns itens de conforto compõe esses ônibus top de linha como; monitores individuais com sistema de entretenimento, galeria de filmes, musicas, documentários e séries, acesso a internet wi fi e redes sociais, fone de ouvido, ar condicionado climatizado, geladeiras, água mineral, microfone, travesseiros, edredons, calefação e toillet. Tudo isso para promover uma viagem atraente e agradável.

domingo, 17 de junho de 2018

Como e onde operam os ônibus elétricos do Brasil

Por Future Transport
As dificuldades sofridas com a falta de combustível no período da paralisação dos caminhoneiros levantaram novamente a questão da alta dependência que nossa matriz de transporte tem de combustíveis fósseis, seja para transportar cargas ou pessoas.

Neste momento, ganham destaque novamente as iniciativas ainda isoladas de empresas que investem em motorizações alternativas aos derivados de petróleo, como a eletricidade, hidrogênio, gás metano e outros.

No transporte público de São Paulo, os corredores onde circulam ônibus movidos a eletricidade (trólebus) não foram afetados pela greve que provou desabastecimento de combustível. Segundo informações da SPTrans, órgão gestor do transporte urbano da cidade de São Paulo, durante a paralisação dos caminhoneiros, a operação mínima dos ônibus chegou a atingir 40% da frota programada, mas as linhas de trólebus não foram afetadas.

A frota do sistema municipal de transportes de São Paulo conta com cerca de 14.500 ônibus em operação e, destes, 201 são trólebus, uma proporção mais do que tímida para a maior cidade do país. Há apenas um veículo movido a bateria, que está operando em caráter de teste. É um ônibus com chassi fabricado pela BYD, com carroceria Caio Induscar, 100% elétrico, que opera a título de testes na empresa ETU Expandir Transportes Urbanos, na linha 908T-10 Parque Dom Pedro II-Butantã.

Já os 201 trólebus circulam em dez linhas operadas pela empresa Ambiental Transportes Urbanos. São ônibus compostos por chassis Mercedes-Benz, Scania, TuttoTrasporti e Volkswagen. As carrocerias foram fabricadas pelas empresas Busscar, Caio Induscar e Ibrava.

No edital de licitação de concessão do transporte público sobre pneus da cidade de São Paulo – que foi novamente adiado na última sexta-feira, dia 8, em decorrência de decisão do Tribunal de Contas do Município (TCM) que apontou 51 irregularidades, 20 impropriedades e fez 19 recomendações à licitação –, estão previstas metas para redução de poluentes, sem definição das tecnologias que deverão ser adotadas, e a entrada de 50 novos trólebus para otimizar o aproveitamento da capacidade elétrica instalada.

Vale lembrar também que, no último dia 5, o presidente Michel Temer lançou um projeto para adoção de metas para reduzir as emissões de gás carbônico na matriz de combustíveis em 10,1% até 2028, dentro da Política Nacional de Biocombustíveis, o que mostra a importância de se adotar combustíveis alternativos para o transporte. Os veículos elétricos poderão colaborar também nesse sentido.

Na região do ABC paulista, a Metra Transportes opera uma frota de 260 ônibus, dos quais 85 trólebus, 15 híbridos, dois Dual Bus – conceito de ônibus que reúne duas tecnologias no mesmo ônibus: opera como elétrico híbrido ou só com baterias por 20 quilômetros – e um elétrico puro. Os veículos têm, em sua maioria, chassis Mercedes-Benz com carroceria Caio – alguns híbridos são Mercedes-Benz com carroceria Marcopolo. A Metra é considerada a empresa nacional com mais veículos movidos com fontes de energia renováveis e não fósseis.

Segundo informações da empresa, por ter essa diversidade na frota, os usuários das linhas da Metra praticamente não foram impactados durante a falta de combustíveis decorrente da paralisação dos caminhoneiros.

As montadoras e seus elétricos
Todos os veículos elétricos operados pela Metra foram fabricados no Brasil, a sua maioria pela Eletra, empresa nacional criada em 1988. Atualmente, há cerca de 400 ônibus com tração elétrica da Eletra em operação na grande São Paulo, além de cidades como Rosário, na Argentina, e Wellington, na Nova Zelândia. A fabricante mantém linhas de produção de veículos com as seguintes tecnologias: trólebus (rede aérea); híbrido (grupo motor gerador + baterias); elétrico puro (baterias); Dual Bus – híbrido e trólebus, e Dual Bus – híbrido e elétrico puro.

Outra montadora que avançou muito em seus processos industriais para fabricação de ônibus elétricos no país foi a Volvo, que desde 2012 tem ônibus elétricos circulando em cidades brasileiras. Atualmente, a montadora sueca conta com 35 ônibus híbridos em operações regulares nas cidades de Curitiba (PR), São Paulo (Linha Turismo – SP), Santos (SP) e Foz do Iguaçu (Parque Nacional das Cataratas, no Paraná). Os chassis são modelo B215RH, fabricados na planta da Volvo em Curitiba, com carrocerias das empresas Marcopolo e Busscar. Na América Latina, são cerca de 400 ônibus híbridos Volvo em circulação em linhas regulares nas ruas de Bogotá (Colômbia), Buenos Aires (Argentina) e os já citados no Brasil.

A chinesa BYD é outra fabricante que entrou no mercado nacional em 2015 com fome de expansão. Somente na cidade de Campinas, onde fica a fábrica da empresa, há 12 ônibus elétricos da marca em operação regular e na cidade de Brasília, no Distrito Federal, a operadora Piracicabana adquiriu da BYD o primeiro ônibus 100% elétrico com carroceria nacional, feita pela Marcopolo, chamado de Ebus.

Também a fabricante Volare lançou, no início do ano passado, o Access E, um miniônibus 100% elétrico produzido no Brasil em parceria com a BYD. Atualmente há dois Volare Access-E circulando no país, um está em operação em Santos, no litoral de São Paulo, desde o ano passado, e outro vai iniciar testes neste semestre no Balneário de Camboriú, em Santa Catarina. O modelo tem comprimento e peso reduzidos e conta com piso baixo, suspensão pneumática e zero emissão de poluentes. Sua autonomia é de 200 quilômetros. “Na visão da Volare, o transporte público elétrico é uma alternativa sustentável e eficiente, já utilizada em cidades do país, como Brasília, Campinas, Santos e São Paulo, e que a cada dia se mostra mais eficiente e econômica”, diz a empresa em resposta ao FutureTransport, através de sua assessoria de imprensa.

“Atualmente, muito se fala na alternativa dos elétricos. Nós, da Mercedes-Benz do Brasil, já participamos de algumas iniciativas no País. Temos parceria com a Eletra e vários ônibus de nossa marca, cerca de 200 trólebus em São Paulo, já rodam com essa tecnologia”, declara a Mercedes-Benz em nota emitida ao FutureTransport. Na Europa, o Grupo Daimler, que detém a marca Mercedes-Benz, já testa essa tecnologia nos modelos Citaro. “A Mercedes-Benz do Brasil pode trazer tecnologias elétricas para o mercado nacional, na medida em que houver demanda por parte dos clientes. Uma vez o mercado brasileiro tendo infraestrutura necessária e preços competitivos, acreditamos na evolução dos veículos elétricos no País. Os ônibus elétricos vão chegar ao Brasil, sim, mas de forma gradual”, diz a empresa.

A montadora Agrale chegou a desenvolver um ônibus híbrido (diesel-elétrico), mas apenas como protótipo, não possui ônibus elétricos e nem híbridos circulando no país.

Já a Scania acredita numa matriz mista de combustíveis alternativos e que tem na Europa veículos híbridos e elétricos, mas no Brasil, atualmente, tem apostado em outras alternativas, como ônibus movidos a etanol, operando em São Paulo, e na tecnologia biometano/GNV, com um modelo fazendo demonstrações pelo Brasil.

sábado, 16 de junho de 2018

Viação Total inaugura moderna agência na Rodoviária de João Pessoa

Por Fortalbus
A Viação Total desde o seu surgimento em 2015, não mediu esforços para proporcionar conforto, agilidade e comodidade aos clientes que viajam na rota João Pessoa x Recife. Agora a novidade é que a Empresa investiu na construção de uma moderna e ampla agência no Terminal Rodoviário Severino Camelo, em João Pessoa.

A nova agência chegou com um conceito em proporcionar um atendimento diferenciado em ambiente climatizado. O layout do espaço é moderno e funcional, as portas e paredes externas são de vidro (formato de aquário), com cadeiras de espera e um sistema de fila com chamada inteligente que permite mais rapidez na venda de passagens.

A Viação Total é responsável pela operação da linha João Pessoa x Recife, um trecho de 120 km com duração de 2 horas de viagem. Por dia a Empresa opera 12 horários (05:30, 07:00, 08:00, 09:00, 10:00, 11:15, 12:45, 14:00, 15:00, 16:00, 17:00 e 18:30 horas), operados com veículos modernos, limpos e confortáveis.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Os primeiros ônibus da Nova Busscar começam a sair de fábrica

Por Fortalbus
Os primeiros ônibus ostentando o prefixo de fabricação 001 e 002, que marcam o retorno triunfal da marca Busscar estão começando a sair da fábrica em Joinville-SC e suas imagens estão circulando nas redes sociais. A Indústria Catarinense de Carrocerias (Carbuss) começou a entregar as primeiras encomendas das unidades Vissta Buss 360 da Viação Paraty e Vissta Buss 340 da Viação Osasco, marcando o retorno efetivamente da Busscar ao mercado rodoviário.

Os novos ônibus mantêm o padrão de excelência da marca Busscar conquistados ao longo de 70 anos no mercado, com linhas mais modernas e design clean. Foram desenhados buscando um design atemporal, com linhas inspiradas em tendências do setor automotivo. Além disso, a equipe de desenvolvimento procurou resgatar conceitos representativos da marca cujos produtos eram reconhecidos como duráveis, confiáveis e com acabamento de alto padrão.

Os veículos contam ainda com tecnologia de ponta e possuem conjuntos ópticos intercambiáveis entre si, o que facilita sua reposição, e farol de rodagem diurna (DRL) em LED. O Vissta Buss 340 da Viação Osasco tem 12 metros de comprimento e largura externa de 2,6 metros de altura. A configuração de poltronas e layout interno podem ser customizados para atender às necessidades de cada cliente. Já o Vissta Buss 360 diferencia-se do Vissta Buss 340 apenas na altura, de 3,6 metros.

Para viabilizar a retomada das atividades da fábrica de Joinville, a Carbuss/Busscar investiu mais de R$ 100 milhões em aplicações como atualizações de projetos e design de produtos, modernização do parque fabril e áreas de apoio. A atual capacidade instalada da planta industrial é de 12 carrocerias por dia.

O retorno da Busscar só foi possível após a criação de um grupo formado por investidores e por sócios da encarroçadora Caio Induscar que assumiu ativos comprados da massa falida da Busscar em junho de 2017. 

Os novos Double Decker com pinturas temáticas da Útil

Por Fortalbus
A União Transporte Interestadual de Luxo - Útil S/A está recebendo 03 unidades dos 06 (seis) novos ônibus Marcopolo Paradiso G7 1800 Double Decker adquiridos. A empresa que é ligada ao Grupo Guanabara está investindo pesado na modernização de sua frota, e para se diferenciar das demais aquisições, a Útil vem adotando pinturas temáticas nos veículos top de linha.

A Útil S/A e a Viação Sampaio, através do Consorcio Guanabara de Transportes é conhecida nacionalmente por destacar em seus ônibus de dois andares várias pinturas temáticas desenvolvida pelo escritório Vilela Design. Os novos ônibus DD ostentam as pinturas intituladas de "Saúde", "Estampa" e "Retrô", que apresentam um aspecto criativo que vem chamando a atenção dos passageiros e por onde os ônibus passam.

Os ônibus são montados sobre chassis Mercedes Benz 0-500 RSD 6x2, equipados com sensor de ré, câmera, sistema de som e imagem multimídia de última geração e telas touchscreen de 7 polegadas em todas as poltronas. Além disso contam com 12 poltronas leito no andar inferior e 48 poltronas semi-leito no andar superior.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

A participação da Volvo na frota rodoviária da Expresso Timbira

Por Fortalbus
Numa época em que o mercado de transporte rodoviário de passageiros está cada vez mais concentrado entre os grandes grupos empresariais e a aviação trava uma disputa pelos viajantes de longa distância, é nostálgico relembrar de algumas empresas de ônibus que desafiaram as rodovias do Norte e Nordeste. Uma das empresas rodoviárias que surgiu e soube operar nessas condições tão adversas foi a Expresso Timbira.

Para manter o minimo de conforto aos passageiros nas viagens nesse tipo de pavimento desfavorável, a Expresso Timbira alcançou seu ponto alto nas operações rodoviárias quando a Empresa optou pela renovação de sua frota com uma motorização mais potente e robusto, entre a adoção dos chassis Volvo. 

Grande parte das viagens rápidas e confortáveis da Timbira se deu através do chassi Volvo B10M, onde a satisfação dos passageiros ficava estampada no rosto de cada embarque e desembarque, principalmente nas linhas Fortaleza x Belém e Teresina x São Luís.

Foi com a entrada desse tipo de chassi Volvo, que a Expresso Timbira se tornou uma empresa  competitiva, reduzindo custos de manutenção nos veículos, aumentando o conforto e a segurança para os passageiros que cruzavam por rodovias nada agradáveis entre o Ceará, Piauí, Maranhão e Pará.

A escolha pelos chassi Volvo B10M se deu por ser considerado por muito tempo como um ícone em chassis para ônibus rodoviários pesados e reconhecido como o modelo mundial da marca para esta categoria. O modelo teve bastante aceitação entre as empresas do setor no Estado do Ceará, entre elas a Expresso Timbira. Os veículos eram equipados com caixa de transmissão ZF de 6 velocidades e suspensão pneumática em todos os eixos.

O consagrado chassi B10M não foi o único modelo Volvo a ostentar presença na frota da Expresso Timbira, a empresa já trabalhou com várias unidades B58 na década de 1980 e finalizou seu portfolio com o chassi B12 na versão 4x2. 

Infelizmente toda essa trajetória da Expresso Timbira no setor rodoviário e seus ônibus com chassi Volvo saiu de cena em 2001, quando a Empresa vendeu suas operações para a Expresso Guanabara e passou a se dedicar totalmente ao transporte urbano de Fortaleza, através da Viação Santa Cecília que opera até hoje na capital cearense.
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