quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Gontijo renova sua frota com novidades no seu layout

Por Fortalbus
Os novos ônibus do modelo Paradiso G7 1200 da Empresa Gontijo está na fase de finalização na linha de produção da Marcopolo. Ao todo, a Gontijo adquiriu 50 novos ônibus com chassi Scania K400IB 6x2 que fazem parte do processo de renovação de frota da empresa, voltada para o transporte rodoviário.

A novidade da frota série 19000 é o teto frontal pintada com a cor amarela, seguindo uma tendência das principais viações brasileiras estão adquirindo veículos Marcopolo Geração 7. Com essa compra, a Gontijo reafirma o seu compromisso em investir na qualidade dos seus serviços, oferecendo viagens mais agradáveis com elevado padrão de sofisticação e segurança. 

Os 50 novos ônibus do modelo Paradiso 1200 comprados pela Gontijo vem divididos nas configurações Premium "Executivo" com 45 unidades, equipado com 46 poltronas tipo semi-leito com 1.060 mm de largura e descansa-pés, sanitário, sistema de ar-condicionado e Internet a bordo. Além disso, nesse lote vem com 05 unidades do modelo Leito equipados com poltronas mais largas e reclináveis, travesseiro/manta, água gelada, sanitário, ar condicionado e internet a bordo.

Atualmente a frota da Gontijo ultrapassa a marca de 1500 veículos, transportando anualmente cerca de 5 milhões de passageiros por 20 estados brasileiros, Distrito Federal e Paraguai

Aqui no Ceará, a Empresa Gontijo de Transporte é responsável pelas operação de linhas interestaduais e intermunicipal cearense através do lote 03, dentro de um Consórcio com a Viação Princesa dos Inhamuns.

Linhas Interestaduais

* Fortaleza x Floriano-PI
* Fortaleza x São Paulo-SP
* Fortaleza x Belo Horizonte-MG
* Crato x Natal-RN
* Crato x São Paulo-SP
* Crateús x Rio de Janeiro-RJ
* Crateús x São Paulo-SP
* Crateús x Petrolina-PE
* Sobral x São Paulo-SP
* Sobral x Rio de Janeiro-RJ
* Quixadá x São Paulo-SP
* Parambu x São Paulo-SP
* Juazeiro do Norte x Serra Talhada-PE 
* Juazeiro do Norte x Aracaju-SE

Linhas intermunicipais do Ceará

* Crateús x Sobral
* Crateús x Camocim

Rápido Federal eleva seu padrão de conforto com Double Decker

Por Fortalbus
Há um aspecto recorrente proporcionado por algumas das principais empresas de ônibus rodoviários do Brasil, a preocupação em oferecer serviços cada vez mais seguros e com comodidade para um público que vem se tornando exigente em suas viagens. Atenta à isso, a Rápido Federal vem ampliando sua frota com veículos Double Decker de última geração, agregando todos os itens de conforto e segurança.

Os veículos Marcopolo Paradiso 1800 Double Decker da Rápido Federal vem ofertando a sua clientela com o "Mix Leito Royal", são duas categorias de serviços num mesmo ônibus (Executivo e Leito). Esses DDs como são populamente conhecidos, tem como diferencial uma série de inovações, entre elas a internet a bordo via Wi-fi.

Os ônibus são equipados com 60 lugares com poltronas reclináveis, tendo no piso inferior, 12 poltronas em couro com monitor e carregador individual, banheiro, e telefone de comunicação com a cabine. No piso superior os passageiros desfrutam de 48 poltronas reclináveis com encosto de pernas, 5 monitores de tv, sendo 1 de 20 polegadas, geladeira e entretenimento a bordo. 

Hoje os veículos Double Decker estão presentes na frota da Rápido Federal através de 25 unidades, que já estão em plena operação nas seguintes linhas; Brasília x São Paulo, Brasília x Barreiras, Salvador x Goiânia e também no transporte intermunicipal baiano nas linhas Salvador x Barreiras, Salvador x Luís Eduardo Magalhães, Salvador x Ibotirama e agora na Salvador x Bom Jesus da Lapa.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Viação Itapemirim completa 45 anos de operações no Ceará

Por Fortalbus
No ano em que está completando 65 anos de fundação, a Viação Itapemirim também completa em 2018, 45 anos de atuação no estado do Ceará, um marco importante para esta empresa que se destacou ao longo de décadas por sua saga de pioneirismo que a tornou uma gigante do transporte de passageiros.

O ano era 1973, a Viação Itapemirim já operava com centenas de veículos cruzando vários estados e algumas das principais capitais brasileiras. Após sua ascensão na década de 1960, a região nordeste apresentava-se como um grande pólo gerador de passageiros, época em que o fluxo migratório tinha como principal destino a região sudeste do País.
Tribus estacionados na rodoviária do Crato-CE - década de 1980 (Acervo Itapemirim)
Novos percursos foram incorporados no começo da década de 1970, transformando a Viação Itapemirim numa empresa de âmbito nacional, transportando milhares de sonhos e passageiros entre os extremos do País. Muito bem sucedida no segmento de transportes, seu raio de atuação atingia vários estados de São Paulo ao Maranhão.
Expresso Fortaleza, adquirida pela Viação Itapemirim em 1973
A chegada à capital cearense se deu através da compra da Expresso Fortaleza, uma das empresas que realizava o percurso Fortaleza x Rio e Fortaleza x São Paulo. Um dos diferenciais da Expresso Fortaleza, que pertencia ao Grupo Expresso de Luxo, era que seus ônibus disponibilizavam um serviço diferenciado a bordo de uma frota leito e semi-leito.
Rodonave II carroceria Ciferal Líder na linha Fortaleza-Rio (Acervo Itapemirim)
A Itapemirim assumiu as linhas na segunda quinzena de junho de 1973, escalando para o trecho, inclusive os ônibus do tipo Rodonave, os mais modernos e confortáveis da frota naquela época. O percurso Fortaleza-Rio era cumprido em 40 horas, utilizando-se sete motoristas, trocados nos pontos de apoio da empresa.
Monobloco Mercedes-Benz O-355 na linha Fortaleza-Rio
Uma curiosidade na viagem a bordo da Rodonave, era que o passageiro poderia, do próprio ônibus, fazer o seu pedido ao restaurante da empresa, usando o sistema de telefonia interna, que ligava o ônibus aos pontos de apoio. Mais tarde, o comissário de bordo informava ao passageiro o número da mesa na qual era servido no restaurante, reduzindo assim, o tempo da viagem.
Embarque no Terminal Rodoviário Eng. João Thomé em Fortaleza
Ainda em 1973, a Expresso Cearense, que na época operava com cerca de 40 veículos as linhas Crato x São Paulo, Fortaleza x Rio e Fortaleza x São Paulo, cedeu seu controle acionário para a Viação Itapemirim. Além das linhas regulares partindo de Fortaleza, a empresa passou a disponibilizar ônibus para viagens turísticas e serviços receptivos na cidade.

Em 1976, a linha interestadual entre Fortaleza x Salvador iniciava suas operações de maneira compartilhada e o Grupo Itapemirim participou dessa momento tão importante para unir duas capitais nordestinas. A permissão para exploração da linha foi concedida para as empresas de ônibus Viação Brasília, de propriedade do Grupo Empresarial Raimundo Ferreira, e a Pensatur S/A, uma das empresas ligada ao Grupo Itapemirim.

Cinco anos mais tarde, em 1978, a Itapemirim escolheu a cidade de Fortaleza para o lançamento do Rodonave II, pois era uma das linhas prioritárias para recebê-los. Com apenas 18 lugares, o ônibus tinha ar condicionado, poltronas leito, serviço de bordo com lanches e bebidas, som estéreo com head-fones individuais e toalete químico.
Rodoviária de Iguatu-CE (Acervo Itapemirim)
Apesar dos luxuosos Rodonaves, a grande demanda de passageiros era atendida na maioria pelos ônibus convencionais da empresa, que na época já alcançava cerca de 60 veículos apenas para a filial de Fortaleza. 

Após a era dos monoblocos Mercedes-Benz, a Viação Itapemirim que inovou ao lançar o revolucionário Tribus, ônibus de três eixos, passou a projetar seus próprios ônibus de acordo com suas necessidades, criando através da sua montadora de ônibus, a Tecnobus, veículos personalizados com maior capacidade de transporte de bagagens e passageiros para enfrentar milhares de quilômetros pelas estradas brasileiras.

Na década de 1980, o Tribus tornou-se o principal ônibus que conduzia os passageiros do Ceará para os demais estados e localidades que atendia. Era um ônibus eficiente, equipado com 46 poltronas reclináveis, sanitário e suspensão a ar. Além das linhas para o sudeste, a Itapemirim passou a interligar Fortaleza a outros destinos como Salvador e Belém.

Em ascensão, o Grupo Itapemirim gerou outras empresas, além da Viação Penha, cujo centro de atuação era o sul do País, e da Viação Sudeste, no Espírito Santo, a Expresso Continental com atuação no norte e nordeste do Brasil, também chegou a operar linhas no Ceará. A Viação Itapemirim se torna líder latino-americana no setor de transporte rodoviário de passageiros.

Não só de Fortaleza partiam os amarelinhos da Itapemirim. Das cidades de Sobral, Juazeiro do Norte e Canindé, também partiam ônibus para o sudeste. No interior do estado, a Expresso Continental, que havia adquirido linhas das extintas Real Caririense e Viação Crateuense, permitiu que o Grupo operasse linhas intermunicipais, pois mais tarde, algumas foram transferidas para a Itapemirim.

Em 1995, com o lançamento do executivo Starbus, as viagens tornaram-se mais confortáveis a bordo dos monoblocos O-400RSD equipados com ar condicionado e água mineral a bordo. No final dos 90, surge o Golden, semi-leito com 42 lugares e mais itens de conforto proporcionando uma viagem mais agradável. O Dreambus, misto de leito e executivo, não chegou à Fortaleza, já o Rodonave (leito), operou no Ceará apenas nos primeiros anos de atuação da Itapemirim no estado.

Na ultima década, uma nova identidade visual e também novos serviços para enfrentar a concorrência com a aviação e os clandestinos. Um convencional de 50 lugares, denominado Bombon, oferecia passagens até 20% mais baratas, beneficiando especialmente as linhas que tinham como destino o nordeste. O Climm passou a substituir os serviços Starbus e Tribus, sendo então, um novo convencional com ou sem ar condicionado.

Infelizmente, uma das maiores tragédias rodoviárias, envolve a Itapemirim e o estado do Ceará. Em 2004, um ônibus que fazia a linha Fortaleza x Salvador, vitimou 42 pessoas que viajavam naquele veículo, quando o mesmo caiu num açude próximo a cidade de Barro, interior do Ceará. A tragédia de repercussão nacional trouxe uma reflexão sobre os procedimentos das saídas de emergência nos ônibus, assim como regras de segurança nos ônibus com janelas lacradas.

A redução do valor das tarifas aéreas afetaram significativamente as linhas operadas pela Itapemirim, reduzindo o numero de horários e veículos, fato observado quando comparamos a atual estrutura operacional da empresa no Ceará com a de anos atrás. Apesar disso, os tradicionais ônibus amarelos da Itapemirim continuam presente em todo o território nacional, mantendo a história viva de uma gigante do transporte ao longo desses 65 anos de existência.

Hoje a Viação Itapemirim é responsável pela operação das seguintes linhas no Ceará;

* Fortaleza x São Paulo
* Fortaleza x Salvador
* Fortaleza x Rio de Janeiro
* Fortaleza x Belém
* Sobral x Salvador
* Ipú x Rio de Janeiro
* Canindé x São Paulo
* Juazeiro do Norte x São Paulo

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

20 anos sem a presença dos ônibus da VIPU nas rodovias brasileiras

Por Fortalbus
Este ano de 2018 está fazendo exatos 20 anos que o legado das operações, serviços e ônibus Scania da VIPU deixaram de cruzar as estradas brasileiras e beneficiar os passageiros com a garantia de uma viagem rápida e confortável. A lembrança dessa empresa até hoje permeia na memória de muitas pessoas que um dia viajaram a bordo de seus ônibus, buscando um futuro melhor no Centro-Oeste do Brasil. 

Nascida em 1988, depois de uma cisão familiar com grande experiência no transporte de passageiros através da Expresso Ipu Brasília S/A. A Viação Ipu (sigla VIPU), ganhou notoriedade por conta de sua eficiência no transporte rodoviário do Nordeste, vencendo longas distâncias de muita poeira, lama e dificuldades para integrar as cidades do Ceará com A Região Centro-Oeste do Brasil, com ênfase em Brasília e Goiânia.

A Vipu nasceu com a missão de dedicar-se apenas às linhas interestaduais, especialmente aquelas entre o Ceará e Brasília. As estradas já eram asfaltadas, possibilitando que a empresa disponibilizasse um serviço com foco exclusivo a este perfil de passageiro. Para vencer longas distâncias e terrenos difíceis, a Vipu optou logo nos primeiros anos por padronizar toda sua frota com veículos da marca Scania.

A numeração da frota era um caso especial, pois os prefixos do veículo coincidia com o número da placa, além disso, seguiam uma sequência lógica, onde o primeiro dígito era sempre 7, seguido pelos demais que pulavam de 7 em 7, por exemplo, 7007, 7014, 7021, 7028, 7035.

Durante uma década (1988/1998), a VIPU operou importantes linhas interestaduais entre elas; Fortaleza x Brasília (DF), Fortaleza x Goiânia (GO), Icó x Brasília (DF), Juazeiro do Norte x Brasília (DF), Petrolina (PE) x Brasília (DF), Picos (PI) x Goiânia (GO), Salgueiro (PE) x Brasília (DF), Sobral x Brasília (DF) e Sobral x Goiânia (GO). 

Além destas, a VIPU também operava regularmente a linha Fortaleza x Cuiabá e Fortaleza x Campo Grande (MS), essa última sendo considerada a maior linha da empresa com aproximadamente 3.850 km de extensão. Por um período, a Rodoíl, empresa do grupo VIPU, chegou a operar nas referidas linhas.

Em 1997, a VIPU investiu no que seria a sua última aquisição com veículos executivos com ar condicionado. Os veículos tinham motor dianteiro Scania K113 e foram adquiridos com o terceiro-eixo, até então usado somente nos ônibus traseiros da frota. Os veículos batizados de “Big 14”, receberam esse título por conta dos 14 metros de comprimento, lançando assim os prefixos da série 5.

Os veículos Scania com motor dianteiro de 14 metros de comprimento, a Vipu os equipou com ar condicionado, televisão/vídeo e auto-serviço de água/cafezinho, dispondo 46 lugares, traduzindo em maior espaço entre as poltronas e deixando o passageiro mais à vontade. Já naquela época, era uma preocupação da VIPU com o conforto dos passageiros em viagens de longa distância.

A VIPU contava com uma frota de 53 ônibus, todos com chassi Scania e uma idade média de 3,6 anos, o índice de ocupação das viagens de seus ônibus situava-se em torno dos 73%. Naquele momento a empresa emprega 264 funcionários com garagens em Fortaleza, Sobral, Petrolina, Brasília, Goiânia e Campo Grande, além de vários pontos de apoio.

Em 1998, a VIPU foi adquirida pela Expresso Guanabara, deixando então de atuar no transporte interestadual de passageiros. Seus serviços prestados a bordo de seus saudosos ônibus com chassi Scania, sem dúvida deixaram um importante legado de contribuição na história do nosso transporte.

Várias pinturas e cores presentes nos ônibus da Viação Kaissara

Por Fortalbus
A Viação Kaissara (assim mesmo, com 'k' e dois 'SS') é uma empresa jovem na sua história, mas experiente na longa vivência e conhecimento de sua equipe de profissionais no ramo rodoviário de passageiros. A imagem da Kaissara começou a surgir nos ônibus com as cores da Viação Itapemirim em 2015, após uma definição da ANTT, que repassou, por R$ 100 milhões, 68 das 118 linhas que operava para à Kaissara, empresa que detinha uma linha, cujos sócios eram funcionários da Itapemirim.

Desde então ambas as empresas vem enfrentando dificuldades para manter suas operações com frota própria e pintura padronizada, mas fazendo de tudo para não deixarem seus passageiros na mão. Visando manter o equilíbrio de suas operações e a forte demanda existente entre o Natal de 2017 e a semana santa deste ano, a Viação Kaissara recorreu a alguns veículos da empresa paranaense Capanema Turismo. 

Com a entrada desses veículos na frota da Kaissara, a empresa passou a adotar várias identidades visuais em seus ônibus, com varias cores e tonalidades integrados apenas pela marca informando o nome da empresa. Tal atitude está sendo viabilizada para atender com qualidade o cliente que optou pelos serviços da Kaissara.

Alguns veículos foram flagrados com uma grande variedade de pintura, faixas e detalhes que na prática não se aproximam com o layout adotado pela Kaissara. É evidente que essa falta de padronização de pinturas não interfere em nada na qualidade dos serviços ofertados pela Empresa, mas demostra uma corrida da companhia em manter suas operações em dia.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Os primeiros veículos versão "2018" da Vega Transportes

Por Fortalbus
A Vega Transporte Urbano S/A, empresa de transporte coletivo urbano de Fortaleza através dos consórcios Antônio Bezerra e Messejana, continua a receber mais unidades do ônibus Apache VIP, modelo urbano mais vendido da Caio Induscar. O modelo faz parte de uma compra de 40 unidades adquiridas para a renovação de frota da empresa, desta vez com a numeração relacionada ao ano de 2018.

Com a entrada desses novos veículos à frota, a Vega irá planejar a retirada de alguns poucos veículos com ano de fabricação 2005, 2006, 2007 e 2008, promovendo um grande equilíbrio na idade média da empresa, oferecendo à população um transporte moderno e de qualidade.

Todas as unidades são Apache VIP e possuem chassis Volkswagen/MAN 17.260 equipados com ar condicionado, itinerários eletrônicos em Led e 100% de acessibilidade, Poltronas ergonômicas, vidros na cor fumê e portas de acionamento pneumático que garantem o conforto e fácil acesso aos usuários.

Caio Induscar: Tradição transformando o futuro

A marca Caio tem muito a comemorar. Já se passaram 72 anos desde os primeiros ônibus produzidos artesanalmente em 1946, com estrutura em madeira revestida de chapa, às mais modernas carrocerias compostas por estruturas leves e sólidas, e por itens de tecnologia embarcada inovadores. Uma história que acompanhou inúmeras crises político-econômicas, refletindo em fases mais difíceis, e momentos de grande crescimento do nosso país, que fomentaram o aumento da atuação da marca, não só no mercado nacional, como também na América Latina, Estados Unidos, Ásia, África e Oceania. Com abrangência global, atualmente a Caio está presente em mais de 50 países.

Em toda a sua trajetória, a tradicional marca é sinônimo de qualidade, solidez e durabilidade. A Caio Induscar é uma empresa 100% brasileira, que tem em seu DNA a paixão por produzir ônibus, refletida em números. Um exemplo disso é que fechou o ano de 2017, com cerca de 58% de share na venda de ônibus urbanos no Brasil, mantendo a liderança nesse segmento.

A conquista é resultado de fatores como a força de trabalho, um portfólio completo de soluções, parcerias com fornecedores e clientes, gestão forte e foco na antecipação de tendências e necessidades do mercado.

Os colaboradores são o maior ativo da Caio Induscar, profissionais engajados na busca por conhecimento. O resultado desse comprometimento é a qualidade dos produtos oferecidos, que contam com design moderno, conforto e segurança. São resistentes e demandam baixo custo de manutenção.

A tradição da marca é estar sempre na vanguarda, lançando produtos inovadores que vão além do transporte coletivo de passageiros e que contribuem de fato com a evolução da mobilidade urbana. 

O portfólio de produtos abrange modelos de ônibus rodoviários, urbanos (padrón e articulados), mídis, micros e minis. O Apache VIP, modelo urbano recorde de vendas no país, é um dos maiores exemplos de eficiência operacional e facilidade de manutenção. Também faz parte do portfólio da marca, o Millennium BRT articulado, com até 23 metros de comprimento e lotação média de 176 passageiros, atendendo à demanda de grandes centros urbanos. 

A inovação da marca também pode ser comprovada em veículos especiais, com o conceito de sustentabilidade, produzidos com empresas parceiras para a utilização em sistema trólebus, que possuem baterias que garantem autonomia de até 7 km sem estarem conectados à rede elétrica, veículos híbridos e também os 100% elétricos, com baixa e zero emissão de poluentes, respectivamente.

Assim, a busca por inovação é constante. São realizados estudos específicos, como o de aplicação de materiais mais leves e duráveis, sem perder a robustez da estrutura. Também aplicadas pesquisas técnicas e com clientes finais, para identificar outras possíveis oportunidades de melhorias. Os produtos Caio são aprovados por meio de cálculos estruturais e testes de resistência. 

Prezar pela qualidade de seus produtos e processos é compromisso perene da marca, que foi a primeira fabricante de carrocerias do Brasil a conquistar o certificado ISO 9001, que se mantém até os dias atuais.

A satisfação dos clientes é um compromisso constante da Caio, que combina produtos, atendimento e serviços de qualidade. A fabricante de ônibus possui uma equipe de representantes de vendas com vasta experiência e know how, conectada com o mercado e os clientes.

A assistência técnica oferecida, presta serviços ágeis e de excelência. Para isso, os técnicos realizam atendimento personalizado, além de ministrarem treinamentos a operadores de transporte.

Os clientes contam, também, com o serviço de reposição de peças, que possui uma equipe eficiente e rápida para atender às suas necessidades. Completo, o serviço engloba rede de representantes em vários pontos do país.

Outros pontos fortes da empresa, características do Grupo que assumiu a marca em 2001, são a preocupação em manter os compromissos com seus clientes e entender o seu negócio, por serem também operadores de ônibus. Sob a atual gestão, a Caio produziu, no período de 2001 a 2017, cerca de 120 mil carrocerias, na sua maioria voltadas para o segmento urbano.

A evolução faz parte da história da Caio, que atualmente possui capacidade instalada de produção de 40 unidades por dia, na Planta de Botucatu, e 12 unidades por dia na Planta de Barra Bonita. 

A empresa faz parte do Grupo Caio, formado por fabricantes de peças em fibras, peças de plásticos automotivas, vidros temperados, processamento e distribuição de alumínio, além de operadoras de transporte público por ônibus e concessionárias. Atualmente as unidades fabris do Grupo Caio ocupam quase 250 mil metros quadrados de área construída, e sua força de trabalho é composta por cerca de 3.836 colaboradores.

Alguns acionistas do Grupo adquiriram recentemente ativos da Busscar, marca de carrocerias de ônibus, com histórico de excelência em produtos rodoviários, e a estão trazendo de volta ao mercado.

A trajetória da Caio também foi marcada por grandes desafios gerados por crises político-econômicas de nosso país, sendo a mais recente iniciada em 2015. O momento crítico exigiu a tomada de várias medidas, como a adequação da produção e estratégias para manter a empresa saudável e grande parte de seus colaboradores em atividade. 

Para 2018, a palavra é esperança. De que o país volte a crescer, gerando oportunidades de crescimento para todos os segmentos, inclusive o de transporte. Uma maior realidade tarifária no setor de transporte de passageiros, apontam para um crescimento gradativo das vendas a partir deste ano.

A Caio Induscar iniciou 2018 com novos pedidos e está com sua força de trabalho operando para atender à demanda. A empresa acredita que a forte crise que afetou os setores automotivo e de transporte, está ficando para trás. Por isso, a Caio, marca que melhor alia tradição, tecnologia e qualidade, está de olho no futuro.
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